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"Primeiro saúde, depois economia", diz Reinaldo em reunião com autoridades

Reinaldo defendeu medidas de saúde para combater a proliferação do coronavírus e ações econômicas para preservar empregos

26 março 2020 - 11h10Priscilla Porangaba, com informações da assessoria

Em reunião do Fórum Nacional dos Governadores, Reinaldo Azambuja defendeu medidas de saúde para combater a proliferação do coronavírus e ações econômicas para preservar empregos, dos mais pobres, em videoconferência realizada nessa quarta-feira (25) com representantes de todo o país.

O governador de Mato Grosso do Sul destacou ainda que o momento é de união e tranquilidade. “Mais do que nunca serenidade, tranquilidade nessas horas. Precisamos de união. Se todos nos unirmos vamos vencer esse inimigo que é comum de todos. Deixar de lado as questões políticas e trabalhar com foco. Primeiro, combatendo e criando uma estrutura de saúde para proteção ao cidadão e a cidadã e, segundo, trabalhar para cuidar das questões econômicas, preservar os empregos dos mais vulneráveis”, afirmou Reinaldo Azambuja.

Entre as medidas defendidasestá a ampliação da suspensão do pagamento das dividas dos estados com a União de seis para 12 meses.

Opedido foi incluído na Carta dos Governadores que será entregue ao presidente Jair Bolsonaro.  “Primeiro: preservar vidas, as medidas de saúde, uma integração entre as 27 unidades da federação para que a gente possa ter uma cooperação, uns com outros, para diminuir o sofrimento das pessoas e, principalmente, as ações para a atividade econômica, preservar os empregos, principalmente os mais vulneráveis”.

Os governadores defendem ainda a aprovação do chamado “Plano Mansueto”, com medidas para socorrer estados e municípios com dificuldades fiscais, a disponibilização de uma linha de crédito do BNDES para aplicação em serviços de saúde e gasto em obras e a aplicação imediata da lei da Renda Básica da Cidadania.

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia também participou da videoconferência e pediu foco dos governadores nas ações de curto prazo. “Precisa resolver o curto prazo: garantir o emprego e a renda para os mais pobres e a condição financeira dos estados para continuar funcionando”, disse.

A reunião foi convocada pelo governador de São Paulo, João Dória. Pelo governo de Mato Grosso do Sul participaram da videoconferência ainda o secretário de Governo e Gestão Estratégica Eduardo Riedel  e a consultoria legislativa Ana Carolina Ali Garcia.

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