A Secretaria da Educação de São Paulo informou que a professora filmada gritando com uma aluna com deficiência intelectual, em uma escola estadual em Sales Oliveira, no interior de São Paulo, foi afastada da sala de aula.
Em nota, o órgão informou que repudia toda e qualquer forma de agressão dentro ou fora do ambiente escolar, e que está investigando o caso.
“Uma apuração foi aberta, sendo que, ao final processo, a docente poderá ter seu contrato rescindido”, afirmou a secretaria.
À TV Globo, a mãe da jovem, Edinalva Moreira Ferreira, explicou que a filha toma remédios controlados, sofre de depressão e faz acompanhamento médico, além de afirmar que a escola tinha conhecimento da condição da aluna.
“Isso é um trauma que ela vai carregar, ela não quer mais ir pra escola, ela tem 13 anos, é uma adolescente, isso como mãe dói, porque a gente quer proteção, quer proteger o filho da gente”, disse a mãe.
O apresentador Marcos Mion, pai de um filho no espectro autista, comentou sobre o caso e criticou a falta de preparo dos educadores em lidar com crianças neurodivergentes.
“Isso me destrói. Não é possível. Até quando os profissionais que são obrigados a lidar com crianças com deficiência intelectual não serão qualificados?”, disse Mion.
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