Em Campo Grande, o Estabelecimento Penal Feminino Irmã Irma Zorzi (EPFIIZ), está usando cabelos contrabandeados, apreendidos pela Receita Federal, para a fabricação de perucas pelas próprias detentas para serem doadas a pacientes em tratamento contra o câncer.
O projeto objetiva ajudar os pacientes com câncer e impactar a autoestima das mulheres encarceradas, dando a elas uma ocupação.
Além dos cabelos, a produção necessita de telas e linhas, custeados pela própria unidade com a venda dos produtos produzidos no Setor de Artesanato do presídio.
O projeto visa produzir cerca de mil perucas. A Receita Federal será responsável pela distribuição delas.
A diretora do EPFIIZ, Mari Jane Boleti Carrilho, destaca os benefícios mútuos desta iniciativa. "Contribui diretamente com a sociedade e, ao mesmo tempo, oferece ocupação produtiva e ajuda a capacitar profissionalmente nossas custodiadas, além de incutir novos valores psicológicos e humanos", disse ela.
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Presídio pretende ajudar pacientes com câncer (Reprodução/Governo do MS)



