Reativado em outubro do ano passado, o terminal portuário de Porto Murtinho projeta triplicar o volume de cargas em 2017 e passa a ter papel estratégico no desenvolvimento de Mato Grosso do Sul, que se tornará mais competitivo por meio de uma logística eficiente e de baixo custo. A viabilização do porto é resultado do empenho do Governo do Estado em consolidar novas alternativas de transporte por meio de importante modal.
O Estado conta com estrutura de transporte privilegiada, ao integrar o sistema rodo-hidro-ferroviário, contudo, a falta de investimentos público-privado e a falta de políticas de apoio à produção, fizeram com que o escoamento fosse direcionado para as rodovias, relegando as ferrovias e a hidrovia a um processo de deterioração ao longo de décadas. A reutilização destes modais é prioridade para o governador Reinaldo Azambuja.
Enquanto cobra do governo federal a retomada dos investimentos na malha ferroviária e na Hidrovia do Paraguai e discute com o Paraguai a interligação do corredor bioceânico, Azambuja concentra também esforços para aumentar a competitividade do Estado com políticas de incentivos. A retomada do porto de Murtinho foi precedida do lançamento de um programa estadual de estímulo às exportações e importações por via fluvial.
Ação de governo
O mesmo benefício fiscal (isenção de ICMS) deverá ser estendido aos portos de Corumbá e Ladário, municípios fronteiriços da Bolívia que detém a maior infraestrutura portuária do Estado, responsável por 90% do escoamento da produção de minério de ferro e manganês das reservas de Urucum para os mercados internacionais. “Queremos os nossos terminais extremamente competitivos em relação aos demais portos brasileiros”, afirmou o governador.
Na avaliação do secretário estadual de Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico, Jaime Verruck, desde que foi reativado, graças à política de desenvolvimento do governo do Estado, o terminal de Porto Murtinho fechou operações de embarque e desembarque significativas que demonstram a viabilidade do local.
“Esse é o papel do governo, oferecer condições de competitividade às indústrias instaladas em Mato Grosso do Sul, seja no processo de produção ou nas operações de exportação e importação e promover o desenvolvimento”, disse Verruck.
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