A Delegacia de Proteção a Criança e ao Adolescente (DPCA), instaurou inquérito para investigar possível caso de pedofilia ocorrido no Jardim Canguru, que mobilizou moradores do residencial no domingo (4).
A delegada Marília de Brito responsável pelo caso, afirmou que os fatos só serão comprovados a partir do momento que testemunhas forem ouvidas, quando chegar o laudo de corpo de delito. “O fato é noticiado, se instaura um inquérito policial para investigar e assim provar se o fato realmente aconteceu”, ressaltou a delegada.
O inquérito policial tem trinta dias para ficar pronto, mas segundo a delegada se for necessário pode ser prolongado de acordo com a necessidade das investigações.
Se os fatos forem comprovados, o acusado pode ser indiciado com base os elementos de provas trazidos pelo inquérito.
O inquérito é encaminhado ao Poder Judiciário, passa por análise no Ministério Público que pode optar pela denúncia do investigado, ou devolução para outra autoridade policial, para outras providências.
Entenda o Caso
Moradores do residencial Jardim Canguru expulsaram um homem de 49 anos acusado de pedofilia, no último domingo (4). Segundo os moradores o homem dava balas e doces e tirava fotos das crianças do condomínio.
A Polícia Militar foi chamada pelo próprio acusado, pois temia a agressão dos moradores, ele foi conduzido até a delegacia onde registrou boletim de ocorrência por ter sido acusado de um crime que não cometeu.
Segundo os moradores, no fim de maio uma mãe teria reconhecido uma foto de sua filha no aparelho celular do locutor o que ocasionou toda a situação.
O acusado não voltou mais no residencial, mas segundo a delegada Marília, ele vai espontaneamente na delegacia prestar depoimentos.
Veja o vídeo:
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