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Volkswagen afirma que campanha com gato preto sairá do ar

05 fevereiro 2013 - 11h12Reprodução

A Volkswagen fez um gol contra ao buscar na superstição a inspiração para a sua campanha de lançamento do Gol 2013, principalmente ao utilizar um gato preto e associá-lo ao azar. A história repercutiu negativamente nas mídias sociais e a fabricante decidiu retirar a campanha do ar.

O comercial, produzido pela Almap BBDO, mostrava uma pessoa estacionando um carro vermelho e sugeria que objetos de “sorte” e dispositivos de segurança do veículo teriam ajudado o motorista a estacionar em um local difícil. No final, um gato preto pula no capô, indicando que não dava para ter sorte o tempo todo.

A campanha teria sido considerada pelos donos de gatos e protetores de bicho de estimação uma forma de estimular maus-tratos contra gatos pretos, que já são vítimas de ataques em períodos como Sexta-feira 13 e Halloween. O próprio Centro de Controle de Zoonoses de São Paulo não faz doação de gatos pretos nessa época.

Em nota, a companhia informou que o comercial de varejo denominado ‘Superstição’ não será mais veiculado a partir desta quarta-feira (dia 6 de fevereiro) em respeito e atendimento às manifestações. “Em nenhum momento, no comercial, a Volkswagen quis estimular/sugerir qualquer tipo de desrespeito aos animais. Pelo contrário. Os animais sempre serviram de inspiração para as nossas campanhas, por sua inteligência e exuberância, e geraram filmes marcantes como o do Cachorro-Peixe e da Ovelha-Nuvem (ambos para a SpaceFox), dos Tigres (CrossFox) do elefante Korama (Amarok), do ‘cachorro Pug falante’ (Jetta) e dos cães Labradores (Gol).”

O sócio-diretor da agência Fischer & Friends, Mario D’Andrea, acredita que há exagero em relação ao entendimento da mensagem transmitida pela campanha feita pela Almap BBDO. “O filme fala sobre crendices populares e acredito que, tanto para o cliente quanto para a agência que o produziu, o assunto não é o animal, mas sim a superstição. Acho que as pessoas deviam dedicar o tempo delas nas redes sociais para discutir assuntos mais sérios. E o país está cheio deles.”

Via Estadão

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