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Internacional

Mãe é presa acusada de matar os dois filhos enforcados

Acusada afirmou à polícia que as crianças de 4 e 8 anos teriam se suicidado

04 dezembro 2019 - 08h51Sarah Chaves, com informações do G1

A americana Lisa Snyder, 36 anos, foi presa, acusada de matar seus dois filhos, Brinley, 4 anos, e Conner, 8 anos. As crianças foram encontrados mortas no porão da casa onde viviam com a mãe, na Pensilvânia.

O caso aconteceu em setembro, e a mãe foi formalmente acusada na segunda-feira (2). Lisa foi levada por policiais de Hamburg, na Pensilvania, na mesma manhã em que saiu a decisão da justiça, segundo informou o jornal americano "The New York Times".

Lisa disse à polícia que o filho, de 8 anos, sofria bullying na escola e tinha tendências suicidas, porém a investigação concluiu que não havia provas de bullying. As autoridades também constataram que o menino tinha uma deficiência física que tornava quase impossível para ele se enforcar, segundo a promotoria, a mãe também recebeu duas acusações de colocar o bem-estar de crianças em risco e uma de manipular provas,

Acusada ainda mantém a versão de que as crianças morreram por suicídio. Ela está presa sem possibilidade de fiança, de acordo com o jornal.

Crime

Lisa ligou para os policiais por volta das 16h30 do dia 23 de setembro, relatando que havia encontrado dois de seus filhos inconscientes, pendurados em no porão. Onze minutos depois, os socorristas chegaram e encontraram Conner e Brinley Snyder com parada cardíaca e pendurados com um cabo de aço a um metro e meio de distância um do outro, segundo a promotoria.

As crianças chegaram a ser reanimadas, mas foram declaradas mortas três dias depois.

Acusada teria comprado o cabo horas antes do ocorrido e afirmou que o objetivo era usar de coleira para o cachorro.

Durante a investigação, Lisa disse à polícia que Conner sofria bullying na escola e havia dito, repetidamente, que queria morrer. Os investigadores não encontraram evidências de bullying depois de conversar com outro filho de Snyder, de 17 anos, que também morava na casa. Eles também entrevistaram outros membros da família, funcionários da escola e colegas de classe das crianças.

Uma terapeuta que trabalhou na escola do menino, disse aos investigadores que ele tinha dificuldade de coordenar os olhos e as mãos e de juntar o dedo e o polegar. Ela relatou que ele teria tido "extrema dificuldade em mexer no fecho" da coleira do cão.

Uma das amigas da mãe das crianças disse aos investigadores que, três semanas antes do episódio, Lisa havia dito que estava deprimida, não conseguia sair da cama e não se importava mais com os filhos, de acordo com a polícia.

No dia 30 de setembro, foram feitas autópsias nas duas crianças, e ficou determinado que as mortes haviam sido causadas por homicídio.

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