Menu
Busca quarta, 13 de novembro de 2019
(67) 99647-9098
Governo - Festival America do Sul
Justiça

Desembargador Ruy Celso mantém milicianos presos

Elvis Elir e Frederico Maldonado tiveram o habeas corpus negado

09 novembro 2019 - 14h18Sarah Chaves

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS), negou habeas corpus aos policiais Frederico Maldonado Arruda e Elvis Elir Camargo Lima que estão presos desde o dia 15 de outubro, por ordem do Ministério Público Estadual, acusados por organização criminosa.

A prisão preventiva dos suspeitos foi decretada para garantia da ordem pública. O pedido de revogação de prisão preventiva, foi feito pelo advogado das partes, Marcio Messias de Oliveira, que pediu prisão domiciliar a Frederico alegando bons antecedentes, e que deve ficar em casa por ser pai de família e estar acometido por um glaucoma.

Já o pedido de habeas corpus de Elvis Elir, feito também pelo advogado Márcio Messias, foi dada diante os argumentos de que o policial tem trabalho fixo, é pai de família de acordo com o art.319, decidido assim o habeas corpus em caráter excepcional, cabível apenas quando a decisão impugnada estiver eivada em flagrante.

O desembargador Ruy Cezar Barbosa Florence, indefiriu o pedido de habeas corpus, a Frederico pela acusação de criação de uma organização criminosa, com finalidade de praticar diversos homicídio. “Considerada pelo Ministério Público, uma verdadeira milícia privada. O suspeito juntamente com Elvis, utilizavam suas funções públicas em prol da família Name, e recebendo vantagens indevidas”, afirmou nos autos.

Frederico também era o responsável por trazer armas de fogo e munições da região da fronteira até campo Grande. O desembargador declarou ainda que as condições pessoais de Frederico não bastam para a concessão do benefício da liberdade provisória.

O pedido negado de Elvis se dá pelo envolvimento com a milícia envolvendo a família Name. “Inclusive com indício de que a organização teria determinado as execuções de Ilson Martins Figueiredo, Orlando da Silva Fernandes e Matheus Coutinho Xavier”, afirma o desembargador na decisão.

Embora os acusados aleguem residência fixa e ocupação lícita, tais fatos não tem peso na revogação de prisão preventiva.

Athus Ingles

Deixe seu Comentário

Leia Também

Justiça
STF suspende uso da Taxa Referencial
Justiça
STJ confirma decisão do TJ-MS, em ação de 39 anos
Justiça
Crianças terão espaço especial para testemunhar em tribunais
Justiça
Slimes com bórax é proibido no MS
Justiça
Defesa quer que Name Filho volte para a capital
Justiça
MPMS denuncia suspeitos de assassinar servidora com barra de ferro
Justiça
Em nota, Odilon diz que TRF-3 está “apenas verificando a regularidade”
Justiça
CCJ aprova PEC que torna feminicídio crime imprescritível
Justiça
Por 16 x 2, TRF-3 abre novo procedimento contra Odilon
Justiça
TJMS - Pedidos dos processos de execução penal devem ser feitos por e-mail

Mais Lidas

Polícia
Homem morre após ser prensado por rolo compactador
Polícia
Idoso é preso após passar a mão nas partes íntimas de diarista
Polícia
Homem tem 80% do corpo queimado e morre a caminho do hospital
Brasil
Pesquisa revela que 84.20% são a favor da CPI da Energisa