O juiz Aluízio Pereira dos Santos, da 2ª Vara do Tribunal do Júri de Campo Grande, responsável pelo julgamento de Jamil Name, Marcelo Rios, e o policial Vladenilson Olmedo, acredita que tudo deve ocorrer bem na sessão desta quarta-feira (19) que reserva debate entre as partes.
"Assim que a sessão tomou o caminho as coisas se acalmaram e tudo ocorreu bem, hoje não deixa de ser uma preocupação, pois nos debates, as vezes as parte acabam se exaltando, mas acredito que tudo correrá normalmente", alegou o juíz.
Jamil Name Filho, o ex-guarda civil Marcelo Rios, e o policial Vladenilson Olmedo são acusados do assassinato de Matheus Xavier em 2019, filho de Paulo Xavier que seria o verdadeiro alvo da organização.
Ainda conforme o magistrado, se os jurados decidirem pela condenação or caso de condeção, a sentença será fixada de acordo com as circunstâncias do crime, no caso de homicídio qualificado pegando e 12 a 30 anos de prisão. "A decisão dos jurados é soberana, se houver absolvição, os réus continuam presos por conta de outros processos que já foram acusados", concluiu o juíz.
Em 2019 o Ministério Público acusou Name por liderar e fazer parte de uma organização criminosa armada. O juiz da 1ª Vara Criminal, condenou Jamilzinho a seis anos de prisão. Na mesma sentença, ainda ficou fixada a pena de cinco anos e quatro meses para o guarda municipal afastado Marcelo Rios, preso desde 2019, ao ser encontrado arsenal e armamentos pesados em sua casa durante opreação da Delegacia Especializada Repressão a Roubos a Banco, Assaltos e Sequestros (Garras).
Ainda foram condenados a cinco anos e quatro meses de prisão o ex-guarda municipal Rafael Antunes, o policial aposentado Vladenilson Olmedo, e os policiais civis afastados Frederico Maldonado e Elvis Elier.
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Juiz Aluízio Pereira dos Santos, da 2ª Vara do Tribunal do Júri de Campo Grande (Brenda Assis)


