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Justiça

Ministra do STJ que levou poderosos à prisão em Mato Grosso do Sul se aposenta

Laurita Vaz em uma de suas decisões no STJ manteve a prisão do ex-governador André Puccinelli

19 outubro 2023 - 15h00Vinícius Santos     atualizado em 19/10/2023 às 15h05

A Ministra Laurita Vaz, primeira mulher a presidir o Tribunal da Cidadania (STJ) e o Conselho da Justiça Federal (CJF) no biênio 2016-2018, encerra sua carreira após 22 anos de serviço no Superior Tribunal de Justiça. 

No próximo sábado (21), a Ministra completa 75 anos, idade limite para o exercício do cargo, a jurista teve sua aposentadoria concedida nesta quarta-feira (18), por decreto assinado pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e pelo ministro da Justiça, Flávio Dino.

Durante sua trajetória no STJ, a Ministra Laurita Vaz fez parte da 6ª Turma. Ela foi relatora da Operação Lama Asfáltica. Foi sob sua responsabilidade que o ex-governador André Puccinelli (MDB) e seu filho, o advogado André Puccinelli Júnior, permaneceram presos entre julho e dezembro de 2018.

A Operação Lama Asfáltica, conduzida pela Polícia Federal, teve como objetivo investigar uma organização criminosa acusada de fraudar licitações de obras públicas em Mato Grosso do Sul, atingindo não apenas políticos, mas também pessoas poderosas, como o empresário João Amorim e Elza Cristina Araújo dos Santos.

O ex-governador Puccinelli, que governou o estado de 2007 a 2014, foi alvo da operação que buscava apurar crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Com a aposentadoria da Ministra Laurita Vaz, um novo relator deverá assumir a responsabilidade de conduzir os trabalhos relativos à Operação Lama Asfáltica no STJ. Sua saída também abre espaço para mais uma indicação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao segundo tribunal mais importante do país.

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