A defesa de Willian Goes Abbade busca 'escapar' da acusação de homicídio doloso por dolo eventual na direção de veículo automotor. Em uma tentativa de desclassificação para homicídio culposo (culpa consciente), a defesa interpôs recurso visando levar o caso ao Supremo Tribunal Federal (STF).
O Tribunal de Justiça do Mato Grosso do Sul (TJMS) está analisando se o caso deve ser discutido no STF. Na primeira tentativa de evitar a pronúncia que poderia levá-lo a julgamento popular, a solicitação foi negada. A defesa, então, apresentou um agravo buscando discutir o caso no STF.
Abbade é apontado como o motorista de um Ford Ka que, durante a disputa de um racha na Avenida Júlio de Castilho em 16 de abril de 2022, perdeu o controle e colidiu com um poste de energia elétrica.
O veículo transportava sete pessoas, incluindo Abbade. Infelizmente, a passageira Roberta da Costa Coelho, de 25 anos, morreu no acidente, enquanto os outros ocupantes ficaram feridos e foram levados para atendimento médico.
Além de Abbade, o motorista do outro carro envolvido no racha, Olliver Richerd Ferreira de Souza, também enfrenta acusações por participação no racha, não prestação de socorro às vítimas e dirigir sem Carteira Nacional de Habilitação (CNH).
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Acidente com morte aconteceu em abril de 2022 (Crédito: Vinícius Santana)


