MS é o 3ª estado com a menor taxa de extrema pobreza do Brasil, aponta IJSN
Mato Grosso do Sul também fica bem abaixo da média nacional, considerando a taxa de pobreza no país
29 MAI 2023 • POR Sarah Chaves, com informações da Assessoria • 10h38Conforme o levantamento realizado pelo Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN), obtido a partir da PNAD/IBGE sobre rendimento de todas as fontes do ano de 2022. Mato Grosso do Sul está entre os estados brasileiros com menores índices de pobreza.
No caso da extrema pobreza, MS tem a 3ª menor taxa (2,8%) - menos da metade da média nacional (6,4%). Apenas Distrito Federal (2%) e Santa Catarina (1,9%) obtiveram resultado melhor.
Considerando a taxa de pobreza, Mato Grosso do Sul também fica bem abaixo da média nacional, com um índice de 23%, com o 6° menor índice do Brasil. Para o cálculo das taxas, foram consideradas as linhas de pobreza e extrema pobreza estabelecidas pelo Banco Mundial, ou seja, US$ 6,85 per capita/dia e US$ 2,15 per capita/dia, respectivamente.
Ao assumir o comando da gestão estadual, o governador Eduardo Riedel colocou como um dos grandes desafios o combate à pobreza por meio da inclusão. “É nosso dever assistir os mais vulneráveis, sem, no entanto, compactuar com a eternização da pobreza extrema. Nosso grande desafio sempre será incluir à vida produtiva, a cidadania plena, os que estão à margem da nossa sociedade organizada”, afirmou.
Desde então, ele tem lançado programas como o pacote de redução de impostos e taxas, inclusive incluindo alimentos na cesta básica com redução da carga tributária de ICMS, e programas de geração de empregos e qualificação como “Voucher Transportador”, que vai qualificar mil motoristas para trabalhar com transporte de cargas e de passageiros.
A média nacional de pobreza foi de 38,2% foi para 33% no período de um ano. Já a extrema pobreza passou de 9,4% para 6,4%. Com isso, cerca de dez milhões de pessoas saíram da linha da pobreza no Brasil no último ano.
Em igual período, os índices de sul-mato-grossense na linha de pobreza encolheram de 31% em 2021 para 23% em 2022 (saindo do 7º menor para o 6º) e de extrema pobreza de 4,4% em 2021 para 2,8% em 2022(de 6º para 3º).
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