Policial militar pode ter sido assassinado dentro de casa na Capital
Perícia inicial no local não conseguiu constatar se Israel Giron cometeu suicídio ou foi vítima de um homicídio
17 OUT 2023 • POR Brenda Assis • 15h22O trabalho inicial da Perícia Técnica não conseguiu apontar se o policial militar Israel Giron Arguelho Carvalho, de 32 anos, cometeu suicídio ou foi assassinado com um tiro na cabeça durante a manhã desta terça-feira (17), em Campo Grande.
Conforme o boletim de ocorrência, quando as equipes da Polícia Civil chegaram à residência, na R. São Luis Gonzaga, localizada no bairro Coronel Antonino, encontraram uma viatura do BOPE (Batalhão de Operações Policiais Especiais) com três policiais militares e os peritos já trabalhando na cena.
Israel foi encontrado sem vida após levar um tiro na cabeça. No momento em que tudo aconteceu, apenas uma criança de 10 anos estava na residência. Segundo a mãe da pequena, a menina estava em outro cômodo da casa.
Não existem outras testemunhas ou imagens de câmeras de segurança da casa e proximidades, que poderiam ajudar as equipes policiais nas investigações sobre os fatos.
Consta ainda no registro policial, que os peritos não conseguiram afirmar com clareza se os fatos se tratam de um homicídio ou suicídio. Por conta disso, o caso foi registrado como morte a esclarecer na 2° Delegacia de Polícia Civil de Campo Grande.
Acusação de estupro – O policial militar teria cometido o crime no dia 8 de agosto deste ano. Na ocasião, ele teria usado uma arma para abordar e ameaçar a vítima, uma frentista que saia do serviço. Israel foi preso alguns dias depois e o caso estava sendo investigado pela Deam (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher).
Ele chegou a ser encaminhado para o Presídio Militar, mas foi solto cerca de um mês depois de ser detido pelas autoridades policiais.
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