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Internada na Santa Casa, bebê que caiu de prédio avança no tratamento

O quadro da pequena é estável e ela deve receber visita da mãe neste sábado

16 DEZ 2023 • POR Sarah Chaves • 10h38
Condomínio no Conjunto Aero Rancho onde ocorreu a queda - Brenda Assis

A bebê de apenas 4 meses que caiu do 4° andar de um prédio no Aero Rancho na última terça-feira (12), e sofre uma hemorragia neurológica, apresentou avanço no quadro clínico, conforme informado pelo advogado da mãe da criança, Dr. Alfio Leão.

A última informação de que e bebê sairia da UTi para o CTI é incerta, pois a Santa Casa suspendeu as visitas na sexta-feira (15), em razão da falta de energia, ocasionada pela explosão de um dos transformadores instalados na rua Rui Barbosa.

No entanto, o advogado afirma que, "o estado dela é estável. Não sofreu fraturas e a última informação que recebemos é de que ela iria avançar no tratamento e alimentação". Agora as próximas informações só serão levantadas após a mãe visitar a filha.

Acidente

No início da noite de terça-feira (12), a criança de 4 meses, caiu do quarto andar de um prédio em um condomínio no Conjunto Aero Rancho, em Campo Grande. A bebê estava no imóvel acompanhada de sua irmã, de 7 anos. A primeira informação é que a criança teria pegado a bebê e colocado próximo à janela, mas por um descuido, ao olhar para o térreo, a recém-nascida caiu - uma altura de cerca de 15 metros.

A vítima foi socorrida por um vizinho e encaminhada as pressas para o Hospital Regional. Ela foi transferida para a UTI da Santa Casa em um quadro delicado, tendo sido sedada e intubada.

A mãe da bebê, uma jovem de 23 anos chegou a ser presa por abandono de incapaz, por deixar as filhas de 7 anos e a de 4 meses sozinhas em casa, no entanto, foi liberada. Em entrevista à imprensa, o advogado da genitora Alfio Leão, explicou que conforme a determinação da juíza May Melke, que atendeu o caso, a mulher terá que cumprir algumas medidas cautelares. Como não sair de Campo Grande, se apresentar quando necessário e ainda algumas em relação as crianças.

“A juíza entendeu que foi uma tragédia, ou seja, não foi ela que ocasionou nem cometeu violência contra a criança. Foi um descuido ela ter saído pra ir pagar uma conta na região. Não tem antecedentes, não tem registros de maus-tratos contra ela”, disse.