Motorista envolvido em racha com morte tenta responder por homicídio culposo na Capital
A defesa de Willian Goes Abbade quer ir ao STF na tentativa de mudar a acusação de homicídio por dolo eventual para culposo
25 JAN 2024 • POR Vinícius Santos • 10h55A defesa de Willian Goes Abbade busca 'escapar' da acusação de homicídio doloso por dolo eventual na direção de veículo automotor. Em uma tentativa de desclassificação para homicídio culposo (culpa consciente), a defesa interpôs recurso visando levar o caso ao Supremo Tribunal Federal (STF).
O Tribunal de Justiça do Mato Grosso do Sul (TJMS) está analisando se o caso deve ser discutido no STF. Na primeira tentativa de evitar a pronúncia que poderia levá-lo a julgamento popular, a solicitação foi negada. A defesa, então, apresentou um agravo buscando discutir o caso no STF.
Abbade é apontado como o motorista de um Ford Ka que, durante a disputa de um racha na Avenida Júlio de Castilho em 16 de abril de 2022, perdeu o controle e colidiu com um poste de energia elétrica.
O veículo transportava sete pessoas, incluindo Abbade. Infelizmente, a passageira Roberta da Costa Coelho, de 25 anos, morreu no acidente, enquanto os outros ocupantes ficaram feridos e foram levados para atendimento médico.
Além de Abbade, o motorista do outro carro envolvido no racha, Olliver Richerd Ferreira de Souza, também enfrenta acusações por participação no racha, não prestação de socorro às vítimas e dirigir sem Carteira Nacional de Habilitação (CNH).
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