Polícia

JD1TV: Mãe se desespera e grita ao ver o filho morto em calçada do Nova Lima

'Acorda Mark Lee', gritava a genitora do rapaz enquanto segurava a mão dele

11 MAR 2024 • POR Brenda Assis • 16h57
'Acorda Mark Lee', gritava a genitora do rapaz enquanto segurava a mão dele - Foto: Redes Sociais/Reprodução

O desespero tomou conta dos familiares do jovem Mark Lee Alves, de 26 anos, ao ver o rapaz sangrando e já sem vida, após ser baleado várias vezes na Rua Nefe Pael, localizada no bairro Nova Lima, em Campo Grande.

Nas imagens, que circulam em grupos de WhatsApp, é possível ver parentes ajoelhados em volta do corpo do rapaz. Os gritos de dor e desespero da mãe de Mark Lee, acabam se sobressaindo aos outros.

Segurando a mão do filho e tentando ‘limpar o sangue’, ela chora. No meio do desespero, ela bate no rosto do rapaz e pede para que ele acorde, tentando não acreditar que o jovem havia partido.

Assista as imagens:



 

 

 

Execução – Conforme as informações iniciais, ele estava sentado em frente a uma oficina de motos, quando acabou sendo alvejado. O autor dos disparos fugiu logo em seguida.

O Corpo de Bombeiros chegou a ser acionado e ir até o local, porém, Mark morreu ainda na calçada. Muitos familiares da vítima, e populares que viram a cena, se reuniram na cena do crime, causando um breve tumulto.

A Polícia Militar fez o isolamento da área até a chegada da Polícia Civil e da Perícia Técnica, responsáveis por fazerem a investigação sobre o assassinato.

Passado cheio de ‘B.O.’ – Mark Lee tinha nas costas várias passagens pela polícia. Entre elas, o JD1 encontrou algumas como porte de arma, furto, homicídio qualificado, ameaça (violência doméstica), roubo majorado, resistência, além de passagens quando ainda era menor de idade.

Uma que pesa bastante, seria a do homicídio qualificado, quando o rapaz  atropelou e matou o jardineiro Jefferson Moreira, 37 anos, no dia 24 de dezembro de 2018, depois de uma briga de trânsito. Por conta deste, ele iria ser julgado no dia 23 de abril deste ano, mas acabou morrendo antes de ir a júri.