Polícia

Homem foi morto com mais de 10 disparos no Habitacional Universitárias

Anderson Chagas já havia sofrido uma tentativa de homicídio, mas dessa vez, não sobreviveu

29 MAR 2024 • POR Luiz Vinicius, Brenda Assis e Vinicius Santos • 21h14
Anderson Chagas foi morto próximo a residência - Redes Sociais

Anderson Vicente Chagas, de 45 anos, morreu com vários disparos de arma de fogo na Avenida Souza Lima, no Núcleo Habitacional Universitárias. Foram mais de 10 disparos que atingiram cabeça, rosto, tórax e braço, e o suspeito dos tiros fugiu na sequência, recebendo apoio de um veículo que estava nas imediações do crime.

Um desses disparos, inclusive, acertou um homem, de 47 anos, que retornava da igreja e foi atingido de raspão, sendo socorrido por populares para uma unidade de saúde próxima, onde recebeu atendimento médico e foi liberado logo na sequência.

Informações apuradas pelo JD1 Notícias no local dos fatos, apontam que haviam 16 perfurações pelo corpo de Baygon, como a vítima era conhecida. Essas perfurações consistem em entradas e saídas, e foram localizadas 12 cápsulas do armamento utilizado pelo crime, mas a polícia não revelou de qual calibre seria.

Foram pelo menos sete disparos que atingiram o rosto do homem, que não teve qualquer chance de ser socorrido por equipes do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), que esteve no local apenas para constatar o óbito.

A reportagem também apurou que Chagas estava próximo à residência onde morava e foi surpreendido pelo atirador. Testemunhas relataram ouvir os disparos e ao verificar o que havia acontecido, escutaram mais disparos e um carro saindo em disparada - há a suspeita que possa ser um Volkswagen Gol.

O JD1 Notícias ainda coletou a informação que o homem já havia sido alvo de uma tentativa de homicídio, mas conseguiu escapar. No entanto, não obteve a mesma sorte na segunda vez.

Baygon tinha passagens criminais nesses anos de vida. Seu passado apontava para mais de 20 anotações, onde a reportagem também apurou que na lista contém: homicídio, posse de arma de fogo, ameaça no âmbito da violência doméstica, injúria, furto e porte de drogas.

A Polícia Civil, também recebendo ajuda do GOI (Grupo de Operações e Investigações) e a Polícia Científica, estiveram no local coletando todas as informações necessárias para iniciar a investigação sobre o crime.