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Sérgio Longen da FIEMS anuncia campanha em prol da população do Rio Grande do Sul

Além de arrecadar alimentos e produtos de higiene, ação irá mobiliar casas e consertar eletrodomésticos

6 MAI 2024 • POR Sarah Chaves • 12h55
Compõem a mesa, o vice-presidente da FIEMS, Crosara Júnior, o governador Eduardo Riedel, presidente da FIEMS, Sérgio Longen e o secretário Jaime Verruck - Sarah Chaves/JD1

Com situação de calamidade pública e 19.368 mil pessoas desabrigadas em razão das enchentes no Rio Grande do Sul, o presidente da Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso do Sul (FIEMS), Sérgio Longen , ao lado do governador Eduardo Riedel, anunciou o lançamento da campanha "MS pela Vida" em prol do estado gaúcho.

Em parceria com os Estados de MS e RS, além da Energisa, sistema da Indústria e Curzeiro do Sul, a FIEMS irá captar doações tanto no Edifício Garagem na R. Eng. Roberto Mange, 90, bairro Amambai, quanto no Albano Franco na Avenida Mato Grosso.

Na primeira fase da campanha, os produtos arrecadados serão organizados em kits limpeza e kits de alimentos, com envio de água potável que serão levados pela empresa Vitlog. "A ideia é de que a gente peça ajuda também à Aeronáutica, a FAB para disponibilizar aeronaves para levar os materiais", destacou Longen.

"Na  segunda fase, vamos fazer uma campanha para mobiliar as casas que perderam tudo e estaremos com o SENAI disponibilizando unidades móveis para fazer o conserto de eletrodomésticos, como fogões, geladeiras e televisores", concluiu Longen.

O governador relembrou que o Estado já enviou duas equipes do Corpo de Bombeiros, além de uma aeronave. "É importante ter dimensão do que ocorre naquele estado, nós faremos uma ação em curto prazo, médio prazo e longo prazo em favor do Rio Grande do Sul", elencou Riedel.

Levantamento

Em último levantamento da Defesa Civil divulgado pelo Governo do Rio Grande do Sul na manhã desta segunda-feira (6), o estado tinha 345 Municípios afetados pela chuva, 141,3 mil pessoas fora de casa, sendo 19,3 mil em abrigos e 121,9 mil desalojadas (nas casas de familiares ou amigos), além de 83 mortos e 111 desaparecidos. Conforme informações levantadas pelas Prefeituras, números podem ser maiores.

De acordo com a Climatempo Meteorologia, o avanço de nova frente fria volta a provocar aumento nas condições de pancadas fortes de chuva. A possibilidade de aumento do frio pode dificultar os resgates.