Comissão da Assembleia Legislativa é criada para acompanhar reforma do Morenão
Uma das etapas da obra já foi concluída, enquanto outra não tem previsão de solução
22 MAI 2024 • POR Sarah Chaves • 10h23Depois de uma audiência pública realizada em fevereiro deste ano, onde Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS) anunciou a comissão para acompanhar a reforma do Estádio Morenão, o grupo foi instituído pelo Ato 70/2024, publicado pela Mesa Diretora ontem (21), do Diário Oficial do Poder Legislativo.
A comissão foi requerida pelo deputado Pedrossian Neto (PSD) e, além dele, fazem parte do grupo os deputados Roberto Hashioka (União) e Professor Rinaldo Modesto (Podemos). “Diante das informações divulgadas em Audiência Pública e como encaminhamentos dos trabalhos, mostra-se importante a criação de Comissão Temporária”, afirmou Pedrossian Neto na justificativa do requerimento.
Com o investimento de R$ 9,5 milhões, o termo para reforma do Morenão foi assinado em 19 de outubro de 2021 entre o então governador Reinaldo Azambuja e o reitor da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Marcelo Turine. As obras tiveram início no primeiro semestre de 2022, mas sem previsão de conclusão no momento. A responsabilidade dos trabalhos é da Fundação de Apoio à Pesquisa, ao Ensino e à Cultura (Fapec).
Durante a audiência que discutiu o andamento da reforma em fevereiro, a transferência da titularidade do Estádio Universitário Pedro Pedrossian para o Governo de Mato Grosso do Sul foi o caminho apontado, assim como a possibilidade de concessão na modalidade parceria público-privada.
A comissão será responsável por “fiscalizar, monitorar e acompanhar a execução das obras de reforma do estádio”.
As obras abrangem duas etapas: infraestrutura; e banheiros e vestiários. As entregas seriam, respectivamente, até 12 meses após a contratação e em novembro de 2023.
Já foram concluídos os serviços que começaram pelo banheiro e vestiário. De acordo com a diretora-presidente da Fapec, Nilde Brum, essa etapa está sob análise da Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos (Agesul) para entrega definitiva a UFMS. A outra fase, que está no processo de orçamentação, pode demorar mais um ano para ser finalizada, segundo estimou Nilde Brum.