Política

Prefeitura nega uso de recursos da Saúde para custear transporte coletivo

Gestão municipal esclarece que pagamento de R$ 1,07 milhão refere-se ao transporte de servidores da própria Saúde

27 OUT 2025 • POR Carla Andréa • 14h05
Reprodução/g1

A Prefeitura de Campo Grande divulgou nota negando informações que atribuíram à secretária municipal de Fazenda, Márcia Hokama, a declaração de que recursos do Fundo Municipal de Saúde (FMS) seriam utilizados para custear subsídios do sistema de transporte coletivo da Capital.

Segundo a administração municipal, a informação é inverídica. Em entrevista concedida na sexta-feira (24), a secretária esclareceu que a nota de R$ 1,07 milhão que será quitada nos próximos dias inclui o pagamento do subsídio referente ao transporte dos servidores da Saúde.

O documento fiscal foi recebido pelo FMS no dia anterior, 23 de outubro, e segue trâmite regular para liquidação com recursos do tesouro municipal, conforme procedimento protocolar e dentro da legalidade.

O município reforçou que o Fundo Municipal de Saúde paga apenas pelo transporte oferecido a seus próprios servidores e que não há qualquer transferência de valores da área da Saúde para custear o transporte coletivo em geral.

Ainda conforme a Prefeitura, o pagamento da nota segue em trâmite interno e dentro dos prazos legais, não configurando atraso.

Em nota, o Executivo municipal repudiou a disseminação de fake news sobre o tema, destacando que tais informações falsas prejudicam a população e o funcionamento do transporte coletivo.

A Prefeitura afirmou, ainda, que permanece à disposição dos veículos de imprensa comprometidos com a verdade e que tem trabalhado para evitar prejuízos aos usuários do sistema por conta de paralisações indevidas.

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