Polícia

Após término, engenheiro sofre perseguição e extorsão por parte da ex em Campo Grande

Homem diz em denúncia ao Ministério Público, que a ex-companheira o persegue até pelo e-mail do trabalho e faz chantagens

2 JAN 2026 • POR Vinícius Santos • 13h23
Polícia Civil deve investigar o caso - - Foto: Ilustrativa

Um engenheiro de Campo Grande acionou o Ministério Público (MPMS) para denunciar sua ex-companheira por suposta perseguição, extorsão e ameaças, após o fim do relacionamento iniciado em meados de 2023.

Segundo informações apuradas pela reportagem, após o comunicante manifestar a intenção de encerrar a relação, ela teria iniciado uma série de condutas que o homem classificou como criminosas.

De acordo com a denúncia apresentada ao MPMS, a mulher passou a perseguir o ex-companheiro por meio de mensagens, e-mails, telefonemas e através de terceiros, com o objetivo de causar sofrimento emocional e psicológico. 

Além disso, ela teria buscado vantagens indevidas, afirmando ter direito a valores referentes ao período em que estiveram juntos, chegando a contratar advogado para pressioná-lo a firmar um “acordo”.

O comunicante relatou ainda que, após bloquear a suspeita em aplicativos de mensagens, ela continuou a perseguição utilizando seu e-mail corporativo para enviar mensagens insistentes. Segundo ele, a mulher também teria acionado pessoas próximas a ele com o intuito de lhe causar prejuízo e mal injusto.

Em um dos episódios citados na denúncia, a suspeita teria exigido o pagamento de R$ 15 mil para “ficar em silêncio” e não expor fatos. Ela também ameaçava registrar boletim de ocorrência por violência doméstica, para atingir a reputação do ex-companheiro, inclusive junto à empresa em que trabalha, e prejudicar sua imagem familiar. 

Em novembro de 2025, diante da pressão, o homem relatou ao Ministério Público que efetuou um PIX de R$ 5 mil, descrevendo-se “apavorado” e “aterrorizado” com a situação de perseguição e extorsão que, segundo ele, vinha se repetindo há meses.

Diante das evidências apresentadas, o promotor de Justiça Henrique Franco Cândia determinou o acionamento da Polícia Civil, requisitando a instauração de Inquérito Policial para apurar os fatos relatados e outros possíveis crimes conexos. 

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