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Variação no preço dos combustíveis garante desconto de até R$ 32 na Capital, aponta Procon

Levantamento mostra quanto o consumidor pode economizar ao abastecer 50 litros em diferentes regiões de Campo Grande

19 JAN 2026 • POR Taynara Menezes • 16h12
Os dados foram coletados entre 12 e 13 de janeiro de 2026. - Foto: Kleber Clajus/ProconMS

A variação nos preços dos combustíveis em Campo Grande pode representar economia de até R$ 32 para o consumidor, segundo pesquisa realizada pelo Procon Mato Grosso do Sul. O levantamento analisou valores praticados em 35 postos, distribuídos pelas sete regiões administrativas da Capital.

A metodologia considera o abastecimento de 50 litros de combustível, aplicando o menor preço registrado em cada região, o que permite visualizar o desconto possível conforme o local escolhido para abastecer.

Na gasolina comum paga no crédito, a economia pode chegar a R$ 32 na região do Imbirussu, R$ 25 no Bandeira, R$ 22 no Prosa, R$ 21 no Anhanduizinho, R$ 20 nas regiões do Lagoa e do Segredo e R$ 1,50 no Centro.

Para o etanol comum no crédito, o desconto identificado é de até R$ 15,50 no Lagoa, R$ 15 no Segredo, R$ 13 no Bandeira, R$ 12 no Centro e no Imbirussu, R$ 11 no Anhanduizinho e R$ 6 no Prosa.

As maiores variações percentuais foram registradas no pagamento a crédito da gasolina comum na região do Imbirussu (10,94%) e no diesel S10 comum no Bandeira (9,58%). Já as menores oscilações ocorreram nas regiões do Lagoa (0,67%) e do Segredo (1,70%), ambas no diesel S500 comum à vista.

Segundo a superintendente do Procon-MS, Patrícia Mara da Silva, a diferença de preços pode orientar o consumidor sobre onde abastecer ao longo do trajeto diário. “Ainda que os preços estejam sujeitos a oscilações, a pesquisa é uma ferramenta importante para nortear os campo-grandenses”, destaca.

Os dados foram coletados entre 12 e 13 de janeiro de 2026. O levantamento inclui cinco tipos de combustíveis e três formas de pagamento, com cinco postos pesquisados em cada região administrativa. Entre os produtos monitorados, apenas o GNV (Gás Natural Veicular) manteve estabilidade nos últimos seis meses, com preço médio de R$ 4,62 por metro cúbico.