Primeira noite de desfiles na Capital celebra causas sociais, natureza e infância
Escolas destacam o trabalho do Instituto Aciesp, a força da mulher sul-mato-grossense e a simbologia da arara-azul entre Pantanal e Amazônia
16 FEV 2026 • POR Luiz Vinicius e Taynara Menezes • 21h14As escolas de samba que abrem o primeiro dia de desfile, nesta segunda-feira, dia 16, em Campo Grande, trouxeram diferentes enredos e com várias abordagens.
Entre os enredos estão pessoas em situações de vulnerabilidade, falar sobre a arara e o Pantanal com cores da Amazônia, homenagem a senadora sul-mato-grossense e o desejo de ser criança novamente.
Ao todo, quatro escolas desfilam neste primeiro dia e no segundo dia, nesta terça-feira, dia 17, outras quatro escolas encerram o desfile.
A Herdeiros do Samba abriu os trabalhos nesta segunda-feira trazendo um enredo sobre acolhimento, carinho, interação, esperança e proteção, voltado para o trabalho do Instituto Aciesp.
O trabalho deles incluem transformar vidas e construir um futuro melhor para as mulheres, crianças e idosos em situações de vulnerabilidade.
A Igrejinha decidiu homenagear a senadora sul-mato-grossense Soraya Thronicke com um enredo da mulher que se transformou em voz ativa, de luta por igualdade e de amor à cultura brasileira.
Já a Vila Carvalho traz consigo o enredo do 'Canto da Arara Azul - Um elo entre Pantanal e Amazônia, um chamado à vida'. A escola de samba procurou mostrar a beleza de uma das aves mais simbólicas do país.
E por último, a Unidos do Cruzeiro remete o enredo a uma viagem no tempo, trazendo sonhos e magias de como era ser uma criança, com contos de fadas, rainhas, reis e um universo cheio de sonhos, como o caso da Emília, personagem de Monteiro Lobato.