VÍDEO: Ônibus não passa e trabalhador demora quase 3h para chegar em casa em Campo Grande
Ele ficou mais de 1h30 no Terminal Bandeirantes esperando o transporte público, que não passou deixando várias pessoas esperando
26 FEV 2026 • POR Brenda Assis • 16h42A vida do trabalhador brasileiro não é fácil, dependendo de transporte público então, fica ainda pior. Nesta quarta-feira (25), um rapaz de 24 anos demorou quase 3h para chegar em casa após o serviço por conta dos atrasos e da falta de regularidade dos ônibus de Campo Grande.
O jornalista Gabriel Gill contou para o JD1 Notícias que saiu do serviço por volta das 18h, como faz todo dia. Por volta das 18h35, ele já estava no Terminal Bandeirantes, aguardando a linha 309 (Caiobá/Bandeirantes) que passaria as 18h50.
Porém, o ônibus não passou. “Essa situação é frequente. A linha 309 não tem regularidade e quem depende dela nunca sabe se o ônibus vai passar ou não. Enquanto eu esperava passou o 302, que também atende o bairro, mas faz o trajeto no sentido contrário ao do 309. Por causa disso, leva cerca de 30 minutos a mais até chegar ao ponto onde desço”, explicou.
Já tarde, por volta das 19h10, Gabriel entendeu que o 309 não iria passar pelo terminal e aguardou o 302 das 19h20. Mais uma vez, ele ficou aguardando e o ônibus não apareceu.
Por se tratar de um horário de grande movimento, devido a saída de aula e também de serviço, as filas das linhas que rodam dentro do Bairro Caiobá foram aumentando de maneira gradativa. “O próximo só saiu às 19h50 e, por causa da rota mais longa, cheguei em casa quase às 21h. Saí do trabalho às 18h e levei quase 3h para chegar em casa, isso é revoltante”, detalhou o jornalista.
Gabriel lembrou que o 309 funciona apenas em horário de pico, ou seja, no inicio da manhã, almoço e final da tarde.
“Além desses dois também tem o 321 no horário de pico da manhã e do final da tarde, mas ele atende o centro e já chega no terminal extremamente lotado”, finalizou.
A reportagem procurou o Consórcio Guaicurus, responsável pelo transporte público em Campo Grande. Mas até a publicação desta matéria não teve resposta. O espaço segue aberto para manifestações futuras. Assista ao vídeo: