Brasil

Secretário de MS assume presidência de comitê da reforma tributária

Flávio César toma posse no órgão chave para implantação do IBS no país

8 ABR 2026 • POR Sarah Chaves • 10h23
Flávio Cesar na posse do Conselho Superior do Comitê Gestor do IBS - Caio Santana/Comsefaz

A posse da primeira gestão do Conselho Superior do Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (CGIBS), ocorreu na terça-feira (7), quando assumiu a presidência do órgão o secretário de Fazenda de Mato Grosso do Sul e presidente do Comsefaz, Flávio César Mendes de Oliveira.

"Agradeço ao ministro de Fazenda Dario Durigan, governadores, prefeitos e prefeitas, aos conselheiros titulares e suplentes também hoje empossados, aos secretários de Estado e municipais, aos técnicos, parlamentares, representantes das instituições, à imprensa, aos amigos e a todos que, de diferentes formas, contribuíram para a construção deste processo e compartilharam conosco esse momento tão simbólico para a história do país", declarou Flávio Cesar.

Também tomaram posse o primeiro vice-presidente, secretário municipal da Fazenda de São Paulo, Luiz Felipe Vidal Arellano, e o segundo vice-presidente, secretário de Fazenda de Minas Gerais, Luiz Cláudio Fernandes Lourenço Gomes. Os mandatos duram até março de 2027.

O Comitê Gestor é importante na instalação da reforma tributária, responsável por editar normas que regem a aplicação do IBS em todo o território nacional.

Em seu discurso, Flávio também agradeceu ao governador Eduardo Riedel, que esteve no evento, a família e a secretaria estadual. "Ao time da Secretaria de Estado de Fazenda de Mato Grosso do Sul, meu reconhecimento mais sincero. Se hoje assumo esta missão, é porque trago comigo a força de uma equipe comprometida, técnica e leal, que honra o serviço público com excelência".

O governador, Eduardo Riedel, apontou capacidade técnica do secretário Flávio e dos demais membros do Conselho, além de falar das dificuldades do sistema de tributação. “Uma mudança de chave é necessária para o Brasil. Ninguém consegue conviver com um sistema tão perverso do ponto de vista tributário. É uma tarefa para quem tem determinação e capacidade de convergir propósitos.”