Pastor Roger Reggiori é eleito e empossado novo presidente do CONSEPAMS
Em meio a questionamentos durante a eleição, o processo foi concluído e o novo mandatário assumiu com discurso voltado à união e pacificação
11 ABR 2026 • POR Vinícius Santos • 14h07O pastor Roger Reggiori dos Santos foi eleito o novo presidente do Conselho Estadual de Pastores de Mato Grosso do Sul (CONSEPAMS), em eleição realizada neste sábado (11), em Campo Grande, no prédio da UCVMS (União das Câmaras de Vereadores de MS). No início do pleito, houve tensão após questionamentos do ex-presidente, pastor Wilton Melo Acosta, que contestou a legalidade da assembleia.
Eleito e empossado para um biênio, Roger Reggiori destacou que pretende conduzir o conselho com foco na união entre os líderes religiosos. “Nós não temos intenção nenhuma de desconstruir o que já foi feito. Queremos dar continuidade ao que já está em andamento. Vamos seguir sem tirar nada, com o objetivo de pacificar, unir e fortalecer o trabalho conjunto com os líderes da nossa cidade e do nosso Estado”, afirmou.
O presidente também comentou a Marcha para Jesus, destacando a importância do evento para o Estado. “A Marcha para Jesus é uma conquista de todo o segmento evangélico e também um marco cultural em Mato Grosso do Sul. Não é apenas um evento religioso, mas uma manifestação que envolve toda a população. O Governo do Estado sempre foi parceiro na realização não só da marcha, mas de outras ações do segmento evangélico”, disse.
Sobre a possibilidade de judicialização da eleição, Roger afirmou que o tema será analisado pela Justiça. “Existem interpretações jurídicas diferentes sobre o processo. A Justiça vai avaliar e dar o encaminhamento correto. Meu papel aqui foi me colocar como um nome neutro, buscando pacificar e unir os grupos”, explicou.
Segundo ele, caso o resultado seja reconhecido, a proposta é reunir os líderes para fortalecer o trabalho do conselho. “A Justiça, reconhecendo toda essa eleição, todo esse trabalho feito hoje aqui, a gente vai chamar todos os principais líderes, todos os pastores da cidade e do estado, para fazermos uma composição. É isso que nós, como pastores, pregamos, a unidade. Podemos caminhar dessa forma”, concluiu.
Polícia — Devido à tensão durante a eleição, a Guarda Civil Metropolitana (GCM) foi acionada para evitar conflitos. A Ronda Ostensiva Municipal (ROMU) também esteve no local e chegou a negociar a saída de Wilton Acosta, que permaneceu no prédio alegando irregularidades no pleito e afirmando ser o presidente da entidade.
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