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Ministério Público investiga entrada de vapes em escola de Angélica

Procedimento investiga ações adotadas por escola após denúncias envolvendo estudantes

19 MAI 2026 • POR Vinicius Costa • 10h23
Foto: Ethan Parsa via Pixabay

O Ministério Público de Mato Grosso do Sul instaurou procedimento administrativo para acompanhar medidas adotadas por uma escola estadual de Angélica após denúncias de uso e entrada de cigarros eletrônicos por estudantes dentro da unidade. A apuração busca verificar se as ações da escola são suficientes para conter a prática e garantir a segurança dos alunos.

A atuação é conduzida pela 1ª Promotoria de Justiça de Angélica e tem como base o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e normas de proteção à infância. O MPMS também apura possíveis casos de exposição à fumaça, ameaças e constrangimentos envolvendo estudantes.

Durante a investigação, o promotor de Justiça substituto Allan Thiago Barbosa Arakaki requisitou informações à direção da escola, Conselho Tutelar, Polícia Civil, Polícia Militar e Secretaria de Estado de Educação. Os órgãos terão prazo de 10 dias para detalhar ações de fiscalização, registros de ocorrências e providências adotadas.

Entre as medidas analisadas estão advertências, suspensões, comunicação aos responsáveis, apreensão dos dispositivos e encaminhamento às autoridades competentes. O MPMS também acompanha ações educativas voltadas a estudantes e famílias sobre os riscos do uso de cigarros eletrônicos.

Após análise inicial, o Conselho Superior do Ministério Público determinou a continuidade das diligências para verificar se as medidas implementadas pela escola vêm sendo mantidas de forma efetiva e permanente.