Justiça

Juíza manda dupla acusada de execução em Ponta Porã a júri popular; vídeo mostra o crime

Conforme os dados do processo, o crime aconteceu no dia 24 de março de 2025 e foi registrado por câmeras de segurança

21 MAI 2026 • POR Vinícius Santos • 11h36
Vítima foi morta com tiros - Foto: Reprodução

A juíza Fernanda Giacobo determinou que Ítalo Lucas Alves de Souza e Luiz Fernando do Carmo Vernilo sejam submetidos a julgamento pelo Tribunal do Júri pelo assassinato de Bruno Pacheco Ferreira, de 41 anos, executado a tiros no centro de Ponta Porã.

Conforme os dados do processo, o crime aconteceu no dia 24 de março de 2025 e foi registrado por câmeras de segurança. As imagens mostram o momento em que a vítima é surpreendida e morta com vários disparos de arma de fogo.

Segundo consta nos autos, Bruno Pacheco trabalhava com compra e venda de veículos, realizava empréstimos a juros e também mantinha um escritório de contabilidade. Ele seria de Maringá, no Paraná.

Os dois acusados seguem presos após investigação conduzida pela Polícia Civil de Mato Grosso do Sul (PCMS). Durante os trabalhos investigativos, os réus negaram que estivessem utilizando a Fiat Strada apontada como o veículo utilizado na ação criminosa.

Ainda conforme o processo, aparelhos celulares dos acusados foram apreendidos pela polícia. A investigação apontou que a geolocalização dos dispositivos coincidiu com o horário e o local exato do assassinato. Os celulares passaram por perícia e, segundo os autos, foram encontrados diálogos relacionados à premeditação do crime.

No andamento processual, os acusados permaneceram em silêncio. Porém, na decisão de pronúncia, a magistrada destacou que existem indícios suficientes de que Ítalo Lucas Alves de Souza, agindo em conjunto com Luiz Fernando do Carmo Vernilo, efetuou os disparos contra a vítima.

A juíza também determinou a manutenção da prisão preventiva dos réus para assegurar a aplicação da lei penal. As defesas dos acusados ainda podem recorrer da decisão junto ao Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS). 

A data do julgamento pelo júri popular ainda não foi definida.

Vídeo: 

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