Polícia

Suspeito de matar homem a facadas no Jardim Itamaracá é preso pelo Choque em Campo Grande

Após denúncia anônima, policiais encontraram o homem escondido em uma residência no Nova Lima

1 JUN 2026 • POR Sarah Chaves • 06h30
Após a prisão, suspeito foi encaminhado para a Depac Cepol - Divulgação

O suspeito de matar Aelisson Ferreira dos Santos, de 40 anos, na manhã de domingo (31), no Jardim Itamaracá, em Campo Grande, foi preso na noite do mesmo dia por equipes do Batalhão de Choque da Polícia Militar. Identificado como Luan, ele foi localizado em uma residência no Bairro Nova Lima e encaminhado para a delegacia.

De acordo com informações divulgadas pelo Choque, os policiais tomaram conhecimento do homicídio e iniciaram buscas para localizar o suspeito, que já havia sido identificado durante as primeiras investigações. Durante as diligências, uma denúncia anônima apontou que ele estaria escondido em uma casa no Nova Lima. As equipes foram até o endereço, realizaram o cerco e conseguiram encontrá-lo.

Ainda conforme a polícia, durante a abordagem, Luan confessou o crime. Ele relatou que se envolveu em um desentendimento com Aelisson, que teria evoluído para uma luta corporal. Segundo sua versão, após a briga, ele pegou uma faca, perseguiu a vítima e desferiu diversos golpes. Em seguida, deixou o local.

Crime

O homicídio ocorreu na manhã de domingo (31). Conforme o boletim de ocorrência, policiais foram acionados para atender uma ocorrência de briga na região e encontraram Aelisson caído no chão, já sem vida. Uma moradora contou ter ouvido gritos e uma discussão envolvendo várias pessoas durante a madrugada. Ela também entregou aos investigadores um vídeo gravado pelo celular que registrou parte da confusão.

Nas primeiras apurações, testemunhas apontaram Luan como principal suspeito. Na ocasião, a esposa dele informou aos policiais que o homem havia saído de casa e não retornado.

Após a prisão, Luan Henrique de Oliveira Fernandes foi encaminhado para a Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) Cepol, onde permaneceu à disposição da Polícia Civil. O caso segue sob investigação para esclarecer todas as circunstâncias do homicídio.