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Família de músico do grupo Acaba contesta versão de “legítima defesa”

Segundo o filho de Eduardo, empresário mentiu e atirou sem dar chance para vítima

7 OUT 2016 • POR Liziane Berrocal • 18h00

O filho do músico Eduardo Lincoln Gouveia, que foi baleado no abdômen na noite de quarta-feira (6) após uma discussão no bar “Copo Sujo” na Capital contestou a versão de que teria sido legítima defesa. O ex-músico do grupo Acaba levou um tiro do empresário Fauez Ayoub que foi até a delegacia para entregar a arma usada para efetuar o disparo, além de prestar depoimento, alegando legítima defesa.

Lincoln Gouveia  que veio de outro estado após saber do atentado contra o pai, demonstrou revolta ao falar do atirador Fauez Ayoub. “É tudo mentira, meu pai estava sentado quando ele atirou, e foi ele quem começou essa confusão e sacou a arma quando meu pai estava sentado”, contou.

Lincoln visitou o pai no início desta tarde. Segundo a assessoria de imprensa da Santa Casa o músico está fora de perigo após passar por uma cirurgia para a retirada do projétil. Apesar disso, ainda não há previsão de  alta.

O caso está sob os cuidados do delegado Fabiano Nagata na Delegacia de Pronto Atendimento do Centro da Capital.