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Contra as reformas, escolas e bancos paralisam amanhã

Cerca de 40 entidades já confirmaram presença na manifestação, na sexta-feira (30), no centro da Capital

29 JUN 2017 • POR Da redação • 11h16

Diversos órgãos públicos devem aderir à Greve Nacional dos Trabalhadores nesta sexta-feira  (30). Segundo a Central Única dos Trabalhadores (CUT), cerca de 40 entidades já confirmaram presença na manifestação que acontecerá amanhã na praça Ari Coelho, a partir das 8h.

A Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul (FETEMS), estima que 95% das escolas paralisem as atividades. Professores e funcionários administrativos de escolas públicas do estado devem se unir na manifestação. Professores de 73 sindicatos municipais devem compor uma caravana que virá de vários municípios do interior do Estado para a Capital.

O atendimento na maioria das agências bancárias de Campo Grande e região também será prejudicado. Segundo a assessoria do Sindicato dos Bancários, a categoria aderiu, mas depende de cada bancário decidir se abrem as agências para atender a população ou não.

Os bancários que aderirem, também participarão da manifestação no centro amanhã. O atendimento nos bancos volta ao normal na segunda-feira (3).

O presidente da CUT,Genilson Duarte, espera que o evento seja grande.  “Não na mesma grandiosidade que a última paralisação que teve, mas espero que esse evento chame a atenção e os profissionais venham pra rua para lutar pelos seus direitos”,afirmou.

O objetivo da paralisação nacional é chamar a atenção das autoridades sobre a insatisfação dos trabalhadores que são contra a Reforma Trabalhista. “É prejudicial para o trabalhador, precisamos unir forças”, ressaltou Genilson. Os trabalhadores também saem em defesa da aposentadoria.