Dia de desabafos
Na Escola do SENAI, Marquinhos, Reinaldo e Longen abraçam temas poíiticos em discurso
29 JUL 2017 • POR Da redação • 09h59Não chegou a ser um mudo das lamentações, mas a inauguração da Escola do SENAI acabou tendo trés pronunciamentos, bastante sinceros e com ares de desabafo.A solenidade que aconteceu na manhã de quinta-feira (27), começou com a fala do prefeito Marquinhos Trad, que com tintas de emoção, deu o tom do que viria a seguir.
Trad foi claro, “numa empresa, você pode equilibrar despesas, demitir, fazer o que o bom senso determinar, para ficar no azul, eu não posso", disparou para uma plateia atenta.
E continuou "tenho 26.000 funcionários ativos, e cinco mil inativos, será que precisaríamos disso tudo?" , indagou .O prefeito foi mais longe, "sou obrigado a dar aumento, todos os anos, tenha dinheiro ou não, tenham as receitas melhorado ou piorado, será que deveria ser assim?”. Ele ainda discorreu um pouco mais sobre as condições nas quais é obrigado a se encaixar, para conseguir fazer uma governança equilibrada.
Em seguida o governador Reinaldo também desabafou, criticou inicialmente a delação do empresario Joesley Batista, a qual vem tentando desqualificar desde o inicio do episódio, e disparou, "o direito ao contraditório precisa ser respeitado" , "é preciso esperar as delações que eu defendo avançarem, as provas aparecerem para só depois se condenar alguém", disse Azambuja.
Ele reclamou ainda, das dificuldades que tem que vencer no cotidiano, "é uma luta, mas dos vinte e sete estados do pais, vinte estão atrasando salários, e nós estamos em dia, somos um dos sete que estão equilibrados". O governador de MS, citou ainda as dificuldades economicas que tem que enfrentar, e relacionou as.
Na mesma linha o presidente da FIEMS Sérgio Longen, também fez um discurso forte,sendo mais incisivo porém, afirmou que esteve em Ponta Porã, e la teve conhecimento, que uma cidade com 70.000 habitantes, tem 4.500 funcionários, entre ativos e inativos, " como é possível se tocar com um excesso desse(?)" questionou. Para ele, se não houverem condições de administrar excessos, como numa empresa tudo ficara muito difícil. Fez ainda um elogio a todos os deputados e senadores , que apoiaram as reformas aprovadas e as que estão por vir em Brasília, rasgando seda a deputada Tereza Cristina(PSB), que participava do ato.