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“Se as provas foram plantadas, quem plantou?”, questiona defesa de PRF

3 AGO 2017 • POR Da redação • 09h46
Reprodução

Após novo laudo pericial apontar que os flambadores encontrados na camionete do empresário, Adriano Correia do Nascimento, morto pelo policial rodoviário federal Ricardo Hyun Su Moon após briga de trânsito, foram plantados, a defesa do prf questiona quem as plantou. “Se as provas foram plantados então quem plantou?”, contesta o advogado Renê Siufi.

De acordo com o delegado Sérgio Luiz Duarte, responsável pelo inquérito da Corregedoria da Polícia Civil,depois da perícia no local do crime, a camionete foi levada até o pátio do Instituto de Criminalística e no dia dois de janeiro, deste ano, a perita voltou a periciar o veículo. 

“No local do crime, a perita Karina Rébulla Laitart, fez todas as fotos e imagens do assoalho do lado do passageiro, onde havia os projeteis dos tiros dado pelo policial. E nessa primeira perícia no veículo não havia nenhum flambador. Para esta nova perícia foram retirados os bancos, tapetes e as partes que não interessavam à investigação. E mais uma vez não foi constatado os tais objetos”, explicou.

Quebra de sigilo telefônico

A defesa do PRF ainda destacou que aguarda a analise dos celulares dos peritos para esclarecer o aparecimento de dois flambadores no carro do empresário após a perícia.

A Justiça autorizou no final de julho, a quebra de sigilo telefônico do perito que seria amigo do advogado Renê Siuf e da perita responsável pelo caso.