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Aeroporto da capital movimentou 595,6 toneladas de produtos no primeiro semestre

A quantidade representa alta de 6,3%, se comparado ao mesmo período de 2018

22 JUL 2019 • POR Joilson Francelino, com informações da assessoria • 15h51
Confecções/têxteis e materiais químico-farmacêuticos são os principais itens processados - Divulgação/Infraero

O Terminal de Logística de Carga (Teca) do Aeroporto Internacional de Campo Grande registrou alta de 6,3% na movimentação de cargas no primeiro semestre deste ano em comparação com o mesmo período de 2018. Foram movimentadas 595,6 toneladas (t) em produtos enquanto que, no mesmo período em 2018, foram 560,4 t.

Os principais itens processados pelo complexo logístico sul-mato-grossense são confecções/têxteis e materiais químico-farmacêuticos, com destaque para o setor de importações, que movimentou 593,4 t nos seis primeiros meses do ano. Os principais destinos das mercadorias foram Chile e Espanha.

O superintendente do aeroporto, Richard Aldrin Fernandes Custodio, explica que o resultado positivo se deve a fatores como o trabalho efetivo da Infraero com os parceiros do comercio exterior no estado do Mato Grosso do Sul. “A parceria na prospecção e apoio ao comercio exterior entre Infraero e Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG), Federação das Indústrias do Mato Grosso do Sul (FIEMS), Governo do Estado e órgãos anuentes tem dado um resultado muito positivo ao desenvolvimento do setor”, destacou.

Inaugurado em 2009, o Teca de Campo Grande tem área total de 1.152,99 m², sendo 475,89 m² de área coberta, trabalha com importação e exportação. terminal está totalmente alfandegado, e processa média de 93 toneladas por mês. Conta também com Câmara Frigorífica e empilhadeiras para até 7 toneladas, além de cofre.

Prestadora de serviços

A Infraero, além da gestão e operação de Terminais de Logística de Carga, vem atuando em consultoria, serviços e diagnóstico logístico com o objetivo de proporcionar melhores soluções logísticas aos mais diversos segmentos e regiões do Brasil. Governos estaduais, municipais e distrital, além de entidades representativas da indústria e comércio são algumas das entidades que vem buscando realizar parcerias com a estatal na busca de maior eficiência logística para suas empresas e afiliadas.