Secretário nega que milícia mandasse na guarda municipal
Relatório aponta que Jamilzinho "garantia" emprego de Marcelo Rios na guarda
2 OUT 2019 • POR Joilson Francelino e Mauro Silva • 17h09Indagado pelo JD1 Notícias nesta quarta-feira (2), sobre uma possível influencia de Jamil Name Filho, o Jamilzinho, dentro da Guarda Municipal de Campo Grande, o secretário de Segurança e Defesa Social, Valério Azambuja, foi enfático em dizer que “desconhece”.
A questão veio à tona após relatório de informações colhidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Roubo a Banco, Assalto e Sequestro – GARRAS – apontar que Jamilzinho teria prometido que Marcelo Rios, “gerente” da milícia, continuaria no efetivo da Guarda, mesmo após sua prisão.
A “promessa” teria sido feita a ex-mulher de Rios, Eliane Benitez Batalha dos Santos, para que ela não fornecesse informações à polícia sobre outros integrantes da organização criminosa, em especial sobre os líderes, Jamil Name e Jamilzinho.
Rios foi preso no dia 19 de maio quando foi flagrado com um arsenal de armas, no Jardim São Bento e demitido no dia 4 de setembro.
Novas prisões
Valério disse ainda que os quatro servidores presos na última sexta-feira (27), Alcinei Arantes da Silva, Igor Cunha de Souza, Rafael Carmo Peixoto Ribeiro e Eronaldo Vieira da Silva, terão o mesmo procedimento que Rios teve e que a suspensão ou demissão ocorrerá em novembro, após passar pela Corregedoria.