Política

Ao pedir desfiliação, Contar alega perseguição a deputados bolsonaristas no PSL

Além disso, o deputado alegou que a legenda vem acumulando escândalos, como a candidatura de laranjas

3 AGO 2020 • POR Flávio Veras • 17h29
Parlamentar alegou que os motivos para pedir o desligamento são inúmeros escândalos envolvendo o nome do partido - Assessoria/Divulgação

O deputado estadual Capitão Contar, que está em processo de desfiliação do PSL, alegou perseguição de deputados bolsonaristas dentro da legenda. Além disso, por meio de nota divulgada nesta segunda-feira (3), o parlamentar alegou que os motivos para pedir o desligamento são inúmeros escândalos envolvendo o nome do partido.

“As argumentações para saída com justa causa sem perda do mandado estão na petição inicial, que traz como justificativa de seu desligamento motivos como a falta de transparência na prestação de contas da sigla, a candidatura de laranjas e a falta de compromisso com bandeiras, como combate à corrupção, transparência e respeito à população brasileira”, elencou.

Ainda conforme o texto, o parlamentar recebeu com estranheza a contestação do PSL que apontou, segundo ele, "alegações genéricas e relacionadas à parlamentares do âmbito federal, sem ligação com o mandato estadual". “A sigla, inclusive, pede o mandato do deputado e elenca testemunhas ligadas ao cenário nacional, dentre elas Rhiad Abdulahad, sócio da senadora Soraya Thronicke, que é presidente regional do PSL-MS. O pedido de desfiliação do PSL segue em análise no Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul”, finalizou.