Política

“A guerra dos Silva”, Soraya é acusada de trama e rebate acusações

7 NOV 2020 • POR Marcos Tenório • 15h40
Senadora Soraya Thronicke - Reprodução

O deputado federal Nereu Crispim (PSL-RS) denunciou, em conversa com o jornalista Oswaldo Eustáquio, que havia uma conspiração dentro do PSL, antigo partido do presidente Jair Bolsonaro, para monopolizar o dinheiro do fundo partidário, que segundo ele, gira em torno de R$ 200 milhões. Para Crispim, a única maneira de ter acesso ilimitado ao dinheiro seria com a "queda de Bolsonaro" da presidência.

Crispim alega que a senadora Soraya Thronicke é a comandante do esquema de laranjas no partido. Conforme o deputado, foram Joice Hasselmann e Luciano Bivar os responsáveis por pedir a ele que fizesse a denúncia sobre as fake news ao Supremo Tribunal Federal (STF).

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Nereu Crispim (responsável por denúncias que deram início ao inquérito das fakenews) revela que Bivar e demais deputados bivaristas do PSL armaram para o Presidente Bolsonaro e deputados bolsonaristas para ficarem com os 200 milhões de fundo eleitoral.

Uma publicação compartilhada por Carlos Jordy (@carlosjordy) em 6 de Nov, 2020 às 1:23 PST

A senadora Soraya Thronicke, em seu instagram, respondeu as acusações feitas pelo deputado federal Nereu Crispim. "As acusações feitas são gravíssimas, mas em nenhum momento foram apresentadas qualquer prova", disse Soraya.

Ela fala ainda que, "a produção, a divulgação e compartilhamento de notícias falsas e boatos é crime, com pena que pode chegar a prisão", afirma e que a resposta contra esses criminosos virá judicialmente.