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Covid: FIEMS terá 150 mil vacinas para a indústria

Sérgio Longen, de MS, garantiu as doses em negociação nacional CNI - Pfizer

16 DEZ 2020 • POR Joilson Francelino • 17h33
Presidente da Fiems, Sérgio Longen - assessoria

O presidente da Federação das Indústrias do Estado do Mato Grosso do Sul (FIEMS), Sérgio Longen, inseriu MS em convênio que a Confederação Nacional das Indústrias (CNI) terá com a Pfizer.

Mato Grosso do Sul estará entre as prioridades. Longen assegurou na CNI o pedido para a reserva de 150 mil doses para a indústria no Estado. Ele explicou que a negociação da CNI está sendo realizada com a empresa farmacêutica multinacional com sede em Nova York, nos Estados Unidos, mas que nada impede que a aquisição das doses seja com outro laboratório.

“Nós estamos aguardando o posicionamento da Anvisa sobre nossa intenção, que está sendo alinhada com a Pfizer, mas nada impede que compremos de outro laboratório que seja autorizado. O que a Fiems, por meio do Sesi, não vai fazer é adquirir vacinas que não tenham sido autorizadas pela Anvisa”, ressaltou.

Negociações - O presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, disse que o setor industrial está preparado para comprar vacinas contra a Covid-19 para seus trabalhadores, principalmente os mais jovens, que não terão prioridade no plano de vacinação do Governo Federal. De acordo com ele, isso será feito através do Sesi Nacional, que já tem orçamento para a compra de uma grande quantidade de vacinas – hoje o setor industrial brasileiro emprega cerca de 10 milhões de trabalhadores -, mas, dependerá da disponibilidade do produto no mercado.

“Esperamos negociar com Ministério da Saúde a autorização para a compra de vacinas para vacinação dos trabalhadores dentro das indústrias. Já estamos discutindo com as empresas isso”, completou Robson Braga, afirmando que a expectativa da indústria é que haja vacinação em massa a partir de fevereiro de 2021 e que isso é importante para o setor e para toda a sociedade brasileira.