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Dois consórcios disputam construção da ponte que ligará Brasil ao Paraguai

O secretário Jaime Verruck, acredita que o cronograma da construção deverá ser mantido

16 JUL 2021 • POR Brenda Assis • 17h42

As propostas para construção da Ponte Bioceânica, que ligará as cidades de Carmelo Peralta e Puerto Murtinho, foi apresentada nesta sexta-feira (16), no Paraguai. Cinco empresas em dois consórcios estão na disputa.

O Consórcio Binacional PY – BRA, formado pelas empresas Tecnoedill Constructora S.A., Cidade LTDA e Paulitec Construções, apresentou uma oferta de 616.836.755.744 guaranis, valor 8% abaixo do preço estipulado como referência para o leilão.

Já o Consórcio Puente Bioceánico, composto pelas empresas Ocho A. S.A. e Constructora Queiroz Galvão S.A., pediu 637.862.511.336 guaranis, montante 5% menor ao valor de referência, que havia sido fixado em G. 671.497.551.420 .

Com a abertura dos envelopes, o secretário Jaime Verruck (Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar), de Mato Grosso do Sul, acredita que o cronograma da construção deverá ser mantido.

“É um passo importante, sinaliza com o início da construção ainda no segundo semestre e está mantida a previsão de concluir a ponte em três anos”, disse. Ele acredita que na próxima semana seja divulgado o nome do vencedor da licitação, para que os procedimentos de início das obras sejam tomados.

A licitação da ponte sobre o Rio Paraguai havia sido protelada três vezes, as duas últimas a pedido de empresas que pediam prazo maior para participar da concorrência.

A ponte sobre o rio Paraguai é o mais importante projeto para a concretização da Rota Bioceânica, que vai encurtar o trajeto dos produtos brasileiros rumo ao mercado asiático e à Oceania.