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Acusado de estupro coletivo é executado na rua após ganhar liberdade

Jacó Sousa que tinha sido condenado a 30 anos de prisão, e cumpriu oito deles no presídio de Segurança Máxima

21 setembro 2020 - 11h45Sarah Chaves, com informações do G1

O autor condenado pelo crime “Barbárie de Queimadas”, que resultou no estupro de cinco mulheres e no assassinato de duas delas em 2012, Jacó Sousa, foi morto a tiros na madrugada deste domingo (20), em Queimadas, na Paraíba.

Jacó Sousa que tinha sido condenado a 30 anos de prisão, havia cumprido oito deles no presídio de Segurança Máxima PB1, em João Pessoa, e estava em liberdade condicional há dois meses quando retornou a Queimadas.

Nessa madrugada, Jacó estava numa barraquinha de espetinho, bebendo com alguns amigos, quando homens chegaram ao local por volta das 3h. Eles efetuaram vários disparos e executaram Jacó, que morreu no local antes mesmo da chegada do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

O delegado Ilamilton Simplício, da Polícia Civil da Paraíba, responsável pelas investigações, disse que o crime aconteceu tarde da madrugada e que poucas pessoas estavam na rua. Além disso, as testemunhas se negaram a falar com a polícia, por medo de alguma represália. “As pessoas não deram informações de jeito nenhum. Vamos apurar com o tempo. Vai ser uma investigação lenta”, previu ele. Uma das linhas de investigação é que o crime tenha sido motivado por vingança.

A Barbárie de Queimadas

O crime como "Barbárie de Queimadas" aconteceu em fevereiro de 2012, quando cinco mulheres foram estupradas e duas delas - a professora Isabela Pajuçara e a recepcionista Michelle Domingos - foram assassinadas em uma festa de aniversário em uma casa com dez homens.

Os estupros foram planejados pelos irmãos Luciano e Eduardo dos Santos Pereira, que teriam chamado amigos para abusar sexualmente das mulheres convidadas para a festa de aniversário de Luciano. Segundo informações contidas no processo, o estupro coletivo seria um “presente” para o aniversariante.

No fim de tudo, Eduardo foi apontado como mentor do crime. Ele foi a júri popular em 2014 e acabou condenado a 108 anos de prisão, pelos crimes de homicídios, formação de quadrilha, cárcere privado, corrupção de menores, porte ilegal de arma, estupros e lesão corporal.

Outros cinco homens além de Jacó foram condenados pela justiça sem a necessidade de passar por júri popular pelos crimes de cárcere privado, formação de quadrilha e estupro. As penas foram diferentes para cada um.

 

 

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