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Polícia

Servidora é chamada de “galinha chocadeira” e registra B.O.

O caso foi registrado na delegacia depois que os pais de um aluno insultaram a coordenadora

01 dezembro 2018 - 14h40Da redação

Uma servidora municipal de 35 anos, foi vítima de insultos por parte de um casal de 49 e 50 anos, em uma escola municipal do bairro Mata do Jacinto, em Campo Grande, na sexta-feira (30). Os pais não teriam gostado de aguardar alguns minutos para serem atendidos pela escola.

De acordo com o boletim de ocorrência, o filho do casal está no oitavo ano, e a mãe dele teria ido na escola no dia 28, atrás de uma pasta que o garoto havia esquecido. A coordenadora pediu um tempo e saiu à procura, mas não encontrou e orientou que o aluno procurasse em casa ou com algum colega.

No dia seguinte, a funcionária achou o objeto no “achados e perdidos” do colégio, entregou ao jovem e disse ao mesmo que não haveria necessidade dos pais irem até o local para conversar com o professor, haja vista que o material procurado havia sido encontrado.

Na sexta-feira (30), os pais do menino  retornaram a escola para conversar com o professor, e a coordenadora explicou que a pasta havia sido achada, mesmo assim eles preferiram aguardar. Foi nesse momento, que dois alunos que estavam brigando em sala chegaram a sala de coordenação, e como prioridade foram atendidos primeiro.

Conforme a funcionária, os pais do aluno ficaram insatisfeitos com a espera, foram até a sala dos professores e abordaram o professor que teve de atende-los no corredor. A  servidora foi ao local e disse que o atendimento tinha que ser juntamente na sala da coordenação. Foi aí que os pais se alteraram e começaram a falar muito alto, na frente de alunos e funcionários.

Depois disso, já na sala o pai do aluno disse que a coordenadora “era dispensável” e que o tempo dela na escola havia acabado.

A mãe do aluno alegou a diretora que a coordenadora havia se negado a atender, enquanto, o pai se referiu a ela como se fosse “galinha chocadeira cuidando o ninho”.

A servidora saiu da sala e a diretora chamou a atenção dos pais, em relação ao tratamento com a funcionário público. O caso foi registrado como desacato na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) Centro. 

 

Senar - agosto2020

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