Após uma briga entre dois homens na noite de ontem em frente a uma residência no bairro Danúbio Azul, o jovem Erick Luciano Santos Lopes, de 22 anos, também conhecido como 'Mega', morreu baleado com um tiro na cabeça e outro no tórax.
A Polícia Militar foi acionada no local do crime por denúncias de disparo de arma de fogo, quando chegaram ao local, encontraram a vítima no chão com muito sangue já sem vida e vários populares em volta. A Perícia Criminal, o Grupo de Operações e Investigações (GOI) e a Polícia Civil também foram acionadas no local.
Conforme boletim de ocorrência, testemunhas contaram que um Peugeot prata, parou na esquina da residência e duas pessoas saíram em direção ao local dos fatos, efetuaram os disparos e fugiram no veículo que era conduzido por uma terceira pessoa.
A irmã da vítima fatal contou que antes dos disparos, havia ocorrido uma briga no local, ocasião em que Erick e mais dois amigos agrediram com um rapaz, identificado como Gabriel, inclusive dando pauladas na cabeça do desafeto.
A namorada da vítima contou que estava no local no momento do crime e viu quando depois da briga com Gabriel, o irmão dele, Rafael voltou com uma arma na mão e deu o primeiro tiro na cabeça de Erick, na porta da casa, momento em que ela se escondeu e não chegou a ver se tinha outra pessoa.
Os relatos vão de encontro a uma ocorrência de lesão corporal atendida pela Polícia Militar meia hora antes do crime, onde Gabriel estava em casa e ao falar sobre o ferimento na cabeça, informou que tinha levado uma surra de uns caras, recusando atendimento médico.
Ainda conforme a irmã da vítima fatal, testemunhas teriam visto, Gabriel, o irmão Rafael e o pai Nivaldo em um carro prata, passando em frente da casa da vítima, antes do homicídio ter acontecido.
Diante das informações, a polícia conseguiu o endereço dos suspeitos, e no local encontraram a mãe dos rapazes que afirmou que tinham ido levar Gabriel ao médico. Na busca pelos autores, primeiro na UPA Nova Bahia, em seguida na UPA Coronel Antonino, foi localizado o veículo Peugeot prata visto por testemunhas no local do crime. Na entrada da UPA estava Nivaldo, que informou que havia levado seu filho Gabriel para atendimento médico, mas não sabia do paradeiro de Rafael
Já Gabriel, que estava passando por atendimento médico, contou que chegou na Upa utilizando uma corrida de aplicativo.
Pai e filho receberam voz de prisão na UPA do Coronel Antonino e foram encaminhados junto com o veículo para a Depac Cepol, onde o caso foi registrado como homicídio qualificado pela traição, de emboscada, ou mediante dissimulação ou outro recurso que dificulte ou torne impossível a defesa do ofendido e homicídio qualificado.
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