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Polícia

Empresário é preso pela PF após “enganar” órgãos públicos

Importadora possuía CNPJ e localização fixa, mas emitia apenas notas fiscais de saída

17 abril 2019 - 11h17Rayani Santa Cruz/ Priscila Porangaba

A delegada Kelly Bernardo Trindade, Chefe da Delegacia de Repressão a Crimes Fazendários da Polícia Federal falou na manhã desta quarta-feira (17) sobre a operação Container realizada pela PF em Campo Grande.

A ação foi denominada de Container por causa do formato da casa do investigado, que era propícia para depósito de materiais. A empresa foi investigada por importar produtos de informática, de segurança e monitoramento, sem passar pela Receita Federal.

Conforme a delegada, a importadora enganava órgãos públicos porque ela possuía CNPJ e localização fixa, mas importava os equipamentos com notas fiscais apenas de saída do material. A empresa conseguia contratos através de licitações, devido ao baixo preço dos produtos em desconformidade com a lei. 

Kelly explicou que "a importadora só existia fisicamente para dar credibilidade aos órgãos os quais ela contratava até mesmo para prestação de serviços e instalação", concluiu.

De acordo com informações da PF, equipes iniciaram diligências na cidade ao início da manhã. Foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão. Um na residência do empresário no bairro Jardim Auxiliadora  e outro na empresa importadora localizada na avenida Eduardo Elias Zahran, que era usada de fachada. 

Foram apreendidos equipamentos de vigilância e monitoramento e documentos. A PF encontrou um contrado do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul (TRE-MS) estabelecido com a empresa desde outubro de 2018. Os serviços prestados eram de segurança e vídeo monitoramento. Outros órgãos públicos que recebiam prestação de serviços da empresa devem ser identificados em breve.

"Eles enganaram órgãos públicos que não sabiam da má procedência ilícita dos produtos", explicou a delegada.

O empresário Alexandre Hoffmann Boretti, foi preso em flagrante por tráfico de drogas, pois, estava com uma porção de maconha e tráfico internacional de arma. A PF apreendeu uma pistola 380 e munições que ele comprou no Paraguai. O nome dele não foi divulgado para não prejudicar as investigações, que foram iniciadas em 2017.

As mercadorias foram encaminhadas a Receita Federal. Ainda não foi calculado o valor de produtos apreendidos. 

Delegada Kelly Bernardo da PF explicou sobre a operação

Roberto Carlos

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