Quase 20 dias após sofrer queimaduras graves pelo corpo em uma explosão na cozinha de uma escola no Jardim Itamaracá, em Campo Grande, o guarda municipal Célio Guimarães morreu durante a manhã desta sexta-feira (26). Ele teve 50% do seu corpo queimado durante o incêndio.
Conforme o já informado pelo JD1, na noite do dia 7 de janeiro ele estava esquentando sua janta na cozinha da unidade escolar quando a explosão aconteceu. Ele chegou a ser socorrido pelos colegas de farda e pelo Corpo de Bombeiros, sendo encaminhado em estado grave para a Santa Casa.
Em um vídeo publicado nas redes sociais, o presidente da SINDGM-CG (Sindicato dos Guardas Municipais de Campo Grande), Hudson Bonfim, lamentou o ocorrido.
“Venho através desse vídeo trazer essa triste noticia. Isso também chama a atenção, de algo que estamos falando há vários anos, que é a valorização desses profissionais por conta do risco que correm, que estão na labuta do dia-a-dia enfrentando a criminalidade. Bem como os irmãos que estão nos prédios públicos, fazendo a manutenção sistêmica que podem sofrer um mal súbito, uma queda ou algum incidente de grandes proporções, como a que atingiu Célio”, disse.
Bonfim segue o vídeo, cobrando da força pública os direitos dos guardas civis, citando que o adicional de periculosidade ainda não foi pago, mesmo com determinação judicial.
Até o momento, a prefeitura de Campo Grande não chegou a emitir nota a respeito da morte do servidor.
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Fogo começou após uma explosão na cozinha da escola (Foto: Reprodução/WhatsApp JD1)



