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Polícia

MS cria força-tarefa com 40 policiais para investigar pistolagens

A operação será mantida até crimes serem solucionados, informa o delegado-geral

08 novembro 2018 - 10h50Da Redação com Assessoria

A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul (PCMS), criou uma força-tarefa, com aproximadamente 40 homens e mulheres, para solucionar os homicídios do chefe de segurança da Assembleia Legislativa, Ilson Martins Figueiredo, Marcel Costa Hernandes Colombo, conhecido como Playboy da Mansão e de Orlando Silva Fernandes.

A atuação da força-tarefa não tem prazo determinado. Ela será dissolvida assim que os crimes forem solucionados, de acordo com o delegado-geral da Polícia Civil, Marcelo Vargas.

Os nomes dos integrantes constam em uma portaria restrita, para preservar a identidade dos policiais por conta da periculosidade dos envolvidos no crime.

Dois dos três assassinatos podem ter os mesmos executores, segundo o delegado-geral. “Pelo modus operandi, a forma de agir, há fortes indícios de que os executores de Ilson e Orlando sejam os mesmos. Isso, pelo tipo e local da abordagem, tipo de armamento utilizado e forma que abandonaram os carros”, explica.

De acordo com Portaria 114 – essa sim pública, divulgada no Diário Oficial do Estado (DOE) edição nº 9.774, os homicídios qualificados foram praticados mediante pagamento ou recompensa e a ordem para a execução dos delitos teria, em tese, partido de organizações criminosas com atuação em âmbito nacional e na região da fronteira com Paraguai.

Crimes

Chefe da segurança da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, o subtenente Ilson Martins de Figueiredo foi morto no dia 11 de junho deste ano, na avenida Guaicurus, em Campo Grande. Ele conduzia um veículo Kia Sportage, que foi atingido por 45 tiros de fuzil AK 47 e carabina 556. Ele morreu na hora.

Em 18 de outubro, Marcel Costa Hernandes Colombo, que ficou conhecido como Playboy da Mansão, foi assassinado enquanto bebia com os amigos, em uma cachaçaria, na avenida Fernando Correa da Costa, na Capital. Ele foi atingido por cinco tiros de pistola 9 milímetros e morreu no local.

Logo depois, no dia 26 de outubro, Orlando da Silva Fernandes também foi executado a tiros de fuzil. O crime aconteceu no Jardim Autonomista, em Campo Grande. Os carros usados nos homicídios de Ilson e Orlando foram incendiados.

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