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Mulher é encontrada morta com mãos amarradas e sem roupa; suspeito é preso

A vítima teria sido estrangulada pelo vendedor Fabio Braga, com quem ela mantinha um relacionamento

11 junho 2019 - 10h15Rayani Santa Cruz    atualizado em 11/06/2019 às 11h07

A madrugada de terça-feira (11) foi marcada por um crime bárbaro no bairro Ramez Tebet em Campo Grande. Érica Aguilar, 39 anos foi assassinada dentro de casa, enquanto os filhos dormiam. Ela foi encontrada enforcada com um lençol, mãos amarradas e com as roupas abaixadas.

O suspeito pelo assassinato identificado como Fábio Braga, foi preso nesta manhã depois de buscas efetuadas pelas equipes da Polícia Militar.

As primeiras informações constam que Fabio tinha um relacionamento com Érica. Antes do crime ele teria levado os filhos dela, a menor de 14 anos e o irmão mais novo para comer cachorro quente.

Depois disso o suspeito retornou com as crianças ao apartamento onde permaneceu até a chegada da vítima que estava no trabalho. Ela chegou a residência por volta das 22h e após isso o casal passou a discutir. Por volta das 2h30 da madrugada a adolescente percebeu algo errado e questionou o suspeito, que ordenou que ela não fizesse barulho, pois, a mãe dormia. A menor desconfiou e foi enforcada pelo mesmo. Depois de conseguir se soltar, ela fugiu e pediu ajuda a um vizinho, amigo da vítima. O homem foi ao imóvel para auxiliar e constatou que vendedor já não estava mais.

O vizinho que não quis se identificar disse à reportagem que a menina estava desesperada e ao adentrar no quarto do apartamento, encontrou Erica sem vida. “Ela era minha amiga, ela estava deitada na cama toda amarrada, a menina saiu correndo gritando, não havia pulsação, ela estava morta. Coisa mais horrível do mundo”, disse a testemunha.

Fabio Braga era vendedor de tapetes e frequentava o condomínio. Ainda não há informações sobre a motivação do crime e se o acusado estuprou a vítima antes de assassina-la.

Depois do crime o vendedor tentou fugir e permaneceu foragido por algumas horas até ser capturado. Ele foi encaminhado a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam).

O corpo da vítima foi encaminhado ao Instituto de Medicina e Odontologia Legal (Imol), e após liberado deve seguir para sepultamento. 

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