A Sesau (Secretaria Municipal de Saúde) rebateu as alegações de que haviam demorado mais de uma hora para enviar uma viatura para o atendimento da idosa Renilda Aparecida Paim da Silva, de 62 anos, atropelada e morta no Vida Nova, em Campo Grande.
Segundo a nota recebida pela reportagem, a primeira chamada para atendimento no Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) entrou às 11h30, onde a médica reguladora identificou a necessidade do encaminhamento de uma viatura para o local.
Minutos mais tarde, uma nova ligação informava que a gravidade do caso mudou e naquele momento era necessário o encaminhamento de viatura de suporte avançado, sendo assim solicitado pela médica reguladora.
No entanto, uma comunicação entre o SAMU e o Corpo de Bombeiros apontou que a viatura avançada da corporação estava mais próxima do acidente, sendo assim, os Bombeiros assumiram a ocorrência.
"Cabe ressaltar que em momento nenhum foi informado que não havia viatura disponível para atendimento da vítima, e que, entre o primeiro chamado e o momento que a central do Samu foi informada sobre o óbito, o tempo decorrido foi bem inferior ao informado pela família, não ultrapassando 30 minutos", diz a nota.
Relembre - Conforme o apurado pela reportagem ainda no local, a vítima estava em uma Honda Biz e trafegava pela preferencial quando, no cruzamento com a rua Rosa Maria Lopes, foi atingida por um HRV, que acaba acelerando antes de ela terminar de passar.
Depois da colisão e antes de começar a passar mal e vir a óbito, Renilda pediu para populares ligaram para alguns familiares.
Já no local, os parentes entraram em contato com o SAMU e o Corpo de Bombeiros, mas segundo eles as equipes demoraram mais de uma hora para chegar ao local.
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