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Polícia

"Tanto homem matando mulher", acusada de atropelar padrasto no Caiobá se entrega

Crime foi motivado após a vítima bater na mãe da autora; para a polícia ela disse ter ficado 'desesperada' ao saber das agressões

26 janeiro 2023 - 17h50Brenda Assis     atualizado em 26/01/2023 às 18h53

Acusada de atropelar e matar o padrasto, identificado como Maikon da Silva, de 39 anos, se apresentou a polícia na tarde desta quinta-feira (26). A jovem, Vanusa Roberto, de 25 anos, disse que agiu após saber que a vítima havia batido em sua mãe. O crime aconteceu na noite de domingo, dia 22 de janeiro.

De acordo com as informações policiais, no domingo a autora teria saído de casa para ir tomar banho de rio com uma amiga e ao voltar foi informada pela irmã sobre o ocorrido.

A menina contou que o quarto de sua mãe estava fechado e ao olhar pela janela a avistou deitada na cama, aparentemente desacordada, e Maikon sobre ela, enforcando-a. A adolescente teria gritado para que Maikon cessasse as agressões, fazendo ele fugir do local.

Entrando na casa, Vanusa encontrou a mãe ainda desacordada sobre a cama. A autora tentou ligar para o homem, mas ele não atendeu. Horas depois, recebeu uma ligação de Maikon, onde ele admitia ter agredido fisicamente sua convivente e contou estar bebendo em um mercado.

Ainda acompanhada da amiga, a jovem foi até o local e ao avistar Maikon agachado em frente ao estabelecimento acabou avançando em sua direção e o atropelando.

Questionada sobre sua atitude, Vanusa disse apenas que queria assustar Maikon, pois ao saber das agressões ficou desesperada “tanto homem matando mulher…”, comentou em depoimento. As equipes policiais chegaram a perguntar sobre o fato de ter engatado a marcha a ré no veículo e novamente atropelado a vítima, porém a autora disse que não se recordava.

No decorrer do depoimento, a autora afirmou que após a prática dos fatos, fugiu por medo das consequências, não tendo informado o local em que se escondeu. 

Vanusa foi indiciada por homicídio qualificado pelo motivo fútil e pelo emprego de recurso que dificultou ou impossibilitou a defesa da vítima. Ela não tem passagens pela polícia por outros crimes.

 

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