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Vídeo: Sargento e coronel espancam e xingam estudante em ato racista

Outras duas mulheres também participaram da agressão contra Dayse e sua mãe em Manaus

30 junho 2020 - 12h50Sarah Chaves, com informações do Mídia News

A sargento do Corpo de Bombeiros Marcele Andrade Oliveira, a sua irmã Nardelle Andrade Neves, Maurício Rodrigues de Matos e Rosângela Cunha Mota estão sendo acusados de terem agredido com chutes, tapas, e puxões de cabelo e proferir injúrias raciais contra a estudante universitária Dayse de Oliveira Brilhante e a mãe dela, Letícia Andrade de Oliveira Brilhante, na Zona Centro-Sul de Manaus.

O alvo era Dayse , mas as agressões sobraram para a mãe Letícia que foi socorre-la e também para o síndico Milton Cândido. A estudante teve ferimentos em uma das mãos e hematomas pelo corpo, inclusive no rosto. O ato foi classificado pela polícia como covarde e de extrema violência.

O caso está registrado no 23º Distrito Integrado de Polícia (DIP), onde a estudante contou que na quarta-feira passada (25) estava passeando com seu cachorro na rua Kobe, conjunto residencial Jardim Sakura, quando por volta das 2h da madrugada passava na frente da casa de Marcele, que é esposa do coronel reformado e ex-comandante do Corpo de Bombeiros Fernando Pires Júnior – onde estava acontecendo uma festa junina com várias pessoas –  Dayse viu que Marcele estava lhe filmando com o celular.

A estudante disse que procurou saber porque a sargento estava fazendo aquilo e disse que não queria que ela fizesse a sua imagem, exigindo que ela parasse.  Porém a mulher, Nardelle e Rosangela passaram  a agredí-la com palavrões. Foi quando, segundo a estudante, apareceu Maurício, que também passou a lhe dirigir agressões racistas. “Ele me chamou de ‘preta’, ‘essa negra’, se referindo à cor da minha pele, ‘puta’, ‘vagabunda’ e ‘preta que sempre anda por aqui'”, contou a universitária.

Após a discussão, Dayse já estava voltando para a sua casa quando foi surpreendida pelo grupo com tapas, chutes e puxões de cabelo. Maurício bateu com a sua blusa no rosto da vítima, causando arranhões. A estudante disse ainda que tentou correr e pedir socorro na portaria do condomínio.“O segurança veio me ajudar mas não conseguiu, em seguida apareceu o seu Milton, mas também foi agredido por Maurício”, contou. Foi quando ela conseguiu ir para a sua casa.

De acordo com a mãe da estudante, elas chamaram a polícia, que apareceu com quatro viaturas. Ao ver a polícia chegando, o coronel Fernando, entrou em casa e saiu vestido em um paletó se apresentou aos policiais como coronel e exigiu continência. O ex-comandante disse aos militares que Dayse invadiu a sua festa e chamou seus convidados de traficantes. Os policiais foram embora e as vítimas foram para a delegacia e fizeram Boletim de Ocorrência e exame de corpo de delito.

Assista ao vídeo:

PMCG Refis

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