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Política

André continua à frente de Zeca, aponta pesquisa

26 setembro 2010 - 12h19
Apesar de toda a crise política que foi a tônica da campanha a partir de um vídeo onde são citados o governador André Puccinelli, o ex Zeca do PT, desembargadores e membros do Ministério Público e que foi o centro do noticiário da imprensa na última semana, o resultado da eleição em MS pode ser o mesmo segundo pesquisa IBOPE/REDE GLOBO/TV MORENA, divulgada na última sexta-feira. André oscilou de 52 para 51%, enquanto Zeca cresceu de 36% para 41%, o que é significativo. Porém até agora, a crise parece ter tirado de André muito menos do que seria necessário para uma virada. Os 41% de Zeca, refletem sua ascensão sobre os eleitores indecisos já que André teve sua intenção de votos reduzida em apenas um ponto percentual. Outra aposta, que chegou a ser ventilada por analistas, a de que o candidato do PSOL Nei Braga poderia ser o grande beneficiado pela crise como resultado de uma possível crise de desencanto do eleitor de MS com a classe política, também não se consumou. Braga chegou a 2%, um número pequeno para uma oportunidade como essa. Senadores Já para o senado, o quadro permanece com poucas alterações. Delcídio do Amaral(PT), segue disparado, liderando a corrida, e teria 63% segundo o IBOPE.Já na disputa pela segunda vaga, Dagoberto Nogueira(PDT) venceria seu principal oponente, Waldemir Moka(PMDB) que teria 32%.Quem mais cresceu foi Murilo Zauith (DEM), que na última pesquisa teve 19%, ou seja, um significativo crescimento de dez pontos percentuais. A pesquisa teve seu campo realizado entre 21 e 23 de setembro, captando portanto, os efeitos da crise política. Foram ouvidos 812 eleitores em todo o estado. Margem de erro 3 por cento.Registro número 40.152/2010 junto ao TER/MS. Já IPEMS mostra Moka com uma vantagem de 100 mil votos sobre Dagoberto: 40% a 34% Se as eleições fossem hoje, o deputado federal Waldemir Moka (PMDB) se elegeria senador por Mato Grosso do Sul, juntamente com Delcídio do Amaral. Pesquisa do Ipems mostra que Moka chegou a 40,20% das intenções de votos, seis pontos percentuais à frente de Dagoberto Nogueira (PDT) que tem 34,13%. Considerando que o estado tem 1,7 milhão de eleitores, a diferença garante a Moka uma vantagem superior a 100 mil votos na reta final da campanha. A pesquisa confirma a liderança do senador Delcídio do Amaral (PT) com 60,27% das intenções de votos. Murilo Zauith (DEM) aparece com 27,83% e Jorge Batista (PSOL) com menos de 1%. Não opinaram 16,03%, não responderam ao primeiro voto 13,02% e 7,67% disseram não votar em nenhum deles. Na avaliação do Ipems, todos os candidatos cresceram em relação à rodada anterior, realizada no início do mês. Moka foi quem apresentou melhor desempenho, passando de 31,05% para 40,20%, um avanço de 9,15 pontos percentuais. O segundo maior crescimento foi de Murilo que saltou de 20% para 27,83%. Dagoberto passou de 30% para 34,13% . Mesmo na pesquisa espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados, Delcídio e Moka lideram a corrida pelo Senado. Delcídio aparece com 40,20%. Moka tem 21,84%. Dagoberto aparece na sequência com 20,96%. Murilo foi escolhido por 17,47%. Jorge Batista ainda é citado por 0,33% e 0,17% falaram nomes de outras pessoas que não estão na disputa ao Senado. Não sabem ou não opinaram 55,96% dos entrevistados e não responderam a intenção de 1º voto 43,10%. Pela avaliação do Ipems, Moka está na frente de Dagoberto tanto na capital como no interior. Em Campo Grande, Moka tem 42,98% contra 38,36% de Dagoberto. No interior a disputa é de 38,91% para Moka contra 32,16% de Dagoberto. A disputa pela segunda vaga para o Senado traz vantagem para Moka em três das quatro mesorregiões abrangidas pela pesquisa no estado. Moka só perde para Dagoberto na Meso Pantanal (37,37% a 47,40). Nas demais mesorregiões Moka leva vantagem: Centro Norte (44,23 a 37,64), Meso Leste (40,09 a 34,97) e Sudoeste (36,28% a 25,88%). Moka ganha entre os homens e as mulheres: 40,77% do eleitorado feminino pretende votar em Moka e 32,13% em Dagoberto. Dentre os homens a disputa é mais apertada: Moka é o preferido de 39,59% e Dagoberto de 36,28%. Moka ganha de Dagoberto também na preferência dos eleitores em todas as faixas etárias. A exceção é para os jovens e adolescentes de 16 a 17 anos em que eles empatam. Na divisão dos eleitores por renda familiar (até 3 salários mínimos, de 3 a 8 SM e mais de 8 SM), Moka supera Dagoberto. 39,64% dos eleitores com até 3 salários mínimos de renda familiar votam em Moka, enquanto 34,19% votariam em Dagoberto; Dos que ganham de 3 a 8 SM, 42,52% preferem Moka contra 35,04% e dos que ganham acima de 8 salários mínimos, 44% contra 22% votam no candidato peemedebista. O trabalho foi registrado no TRE-MS, sob o protocolo Nº 40.179/2010. Foram entrevistados 3 mil eleitores em todos os municípios do estado. A margem de erro é de 1,79% para mais ou para menos.
Roberto Carlos

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